Lista de textos do blog "Juvenatrix"


(Última Atualização: 30/06/16)
Total: 846 textos, sendo 588 artigos/resenhas (1ª FASE) + 258 comentários (2ª FASE)

Objetivo: Publicar textos sobre cinema, seja artigos, resenhas ou comentários, preferencialmente no gênero fantástico (Horror e Ficção Científica).

Histórico dos fanzines:

Tanto o “Juvenatrix” quanto o “Astaroth” são fanzines voltados para o universo fantástico, ou seja, o Horror e a Ficção Científica em todas as suas manifestações artísticas como o cinema, literatura, quadrinhos, ilustrações, através de contos, artigos, resenhas ou textos diversos.

O início na arte da “fanzinagem” ocorreu em novembro de 1988 na co-edição do “Megalon (nome de um dos monstros dos antigos filmes japoneses de horror), juntamente com o amigo Marcello Simão Branco, fanzine em que participei por três anos.
Em Janeiro de 1991 eu criei o meu próprio, inicialmente chamado “Vortex” (baseado na sociedade artificial futurista do filme Zardoz, de 1973), e que a partir do número 7 passou a se chamar “Juvenatrix” (nome original de um filme obscuro americano de horror de 1989). Esse fanzine tinha formato A4 impresso em papel com volumes de 20 a 30 páginas, até o número 107. A partir do número 108, passou para virtual em formato PDF, distribuído por e-mail. Já chegou aos 25 anos de publicação com 178 edições até o momento e na marca das 4.375 páginas. Ativo.

E criei também, em Janeiro de 1995, o “Astaroth” (nome de um demônio do filme “Uma Filha Para o Diabo”, de 1976 e com Christopher Lee). Até o número 57, o fanzine era impresso em papel, xerox, formato A4, 6 páginas por edição, publicando também matérias, contos e desenhos, porém mais curtos, além de intensa divulgação de toda e qualquer produção alternativa como fanzines, bandas, eventos, vídeos, livros, de todos os ramos de atuação, propiciando grande quantidade de contatos. A partir do número 58, passou para virtual em formato PDF com distribuição restrita por e-mail, com 10 páginas em média. Foi editado até o número 63 (Novembro 2008), quando interrompeu as atividades, hibernando como um vampiro em seu túmulo gelado. Retornou em Agosto de 2015 em versão novamente impressa, formato A4 com 4 páginas, publicando resenhas de cinema fantástico. Ano 15 número 67 (Julho de 2016). Ativo.

Co-editor do fanzine “Boca do Inferno”, com Marcelo Milici, impresso em formato A4 (2 a 4 páginas), representando o site de Horror www.bocadoinferno.com.br e blog de divulgação www.infernoticias.blogspot.com.br, distribuído gratuitamente em eventos. Número atual: # 13 (Julho de 2016).
Relação de textos:

Comentários de Cinema (258)

13 Fantasmas (13 Ghosts, EUA, 1960)
1984 (1984, Inglaterra, 1956)
300: A Ascensão do Império (300: Rise of an Empire, EUA, 2014)

A Serbian Film – Terror Sem Limites (A Serbian Film / Srpski Film, Sérvia, 2010)
Abraham Lincoln vs. Zombies (Abraham Lincoln vs. Zombies, EUA, 2012)
Além da Escuridão – Star Trek (Star Trek Into Darkness, EUA, 2013) 3D
Alemão (Brasil, 2014)
Alerta do Espaço, O (Warning From Space / Uchujin Tokyo Ni Arawaru, Japão, 1956) 
Altar do Diabo, O (The Dunwich Horror, EUA, 1970)
Amantes do Dr. Jekyll, As (Les Maîtresses Du Dr. Jekyll / El Secreto del Dr. Orloff, França / Espanha / Áustria, 1964)
Apartment 143 (Apartment 143 – Emergo, Espanha, 2011)
Armadilha (ATM, EUA / Canadá, 2012)
Ataque da Mulher Aranha, O (Mesa of Lost Women, EUA, 1953, PB)
Ataque do Tubarão de 3 Cabeças, O (3 Headed Shark Attack, EUA, 2015)
Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal (Paranormal Activity: The Marked Ones, EUA, 2014)
Avenida do Terror, 388 (388 Arletta Avenue, Canadá, 2011)

Banho de Sangue / Mansão da Morte, A (Reazione a Catena / A Bay of Blood, Itália, 1971)
Batalha dos Monstros, A (Attack of the Monsters / Gamera tai daiakuju Giron, Japão, 1969) 
Batalha no Espaço Estelar (War of the Planets / Battaglie Negli Spazi Stellari, Itália, 1977)
Beijo do Diabo, O (Le Baiser Du Diable / La Perversa Caricia de Satán / Devil´s Kiss, França / Espanha, 1976)
Beijo do Vampiro, O (The Kiss of the Vampire, Inglaterra, 1963)
Bodas de Satã, As (The Devil Rides Out, Inglaterra, 1968)
Brinquedo de Criança (Child´s Play, Inglaterra, 1984, “Hammer House of Mystery and Suspense”) 

Cabana do Inferno 2 (Cabin Fever 2: Spring Fever, EUA, 2009)
Caçador de Trolls, O (The Troll Hunter, Noruega, 2010)
Cadáver Atômico, O (Creature With the Atom Brain, EUA, 1955)
Caminhando Com Dinossauros 3D (Walking With Dinosaurs 3D, EUA / Inglaterra, 2013) animação 3D
Cão Branco (White Dog, EUA, 1982)
Capitão América 2: O Soldado Invernal (Captain America: The Winter Soldier, EUA, 2014)
Carnossauro (Carnosaur, EUA, 1993) + Carnossauro 2 (Carnosaur 2, EUA, 1995) + Criaturas do Terror (Carnosaur 3: Primal Species, EUA, 1996)
Carrie, A Estranha (Carrie, EUA, 2013)
Cavaleiro Solitário, O (The Lone Ranger, EUA, 2013)
Chernobyl – Sinta a Radiação (Chernobyl Diaries, EUA, 2012)
Chupacabra (Chupacabra vs. The Alamo, Canadá, 2013)
Círculo de Fogo (Pacific Rim, EUA, 2013)
Claustrofobia (Claustrofobia, Holanda, 2011)
Colecionador de Crucifixos, O (Brasil, Mauá/SP, 2014)
Corrente do Mal, A (Chain Letter, EUA, 2010)
Corvo, O (The Raven, EUA / Hungria / Espanha, 2012)
Cowboys & Aliens (Cowboys & Aliens, EUA, 2011)
Crepúsculo (Twilight, EUA, 2008)
Criaturas das Profundezas (Humanoids From the Deep, EUA, 1980)
Cripta dos Sonhos, A (The Vault of Horror, Inglaterra / EUA, 1973)
Croods – Uma Aventura das Cavernas, Os (The Croods, EUA, 2013) animação
Cyborg – O Dragão do Futuro (Cyborg, EUA, 1989)

Dama e o Monstro, A (The Lady and the Monster, EUA, 1944, PB)
Deadgirl (EUA, 2008)
Demônio, O (Il Demonio, Itália / França, 1963)
Demônio de Fogo, O (Night of the Big Heat, Inglaterra, 1967)
Demônio Imortal, O (Yilmayan Seytan / The Deathless Devil, Turquia, 1973)
Demônios da Noite, Os (Tales From the Cripty: Demon Knight, EUA, 1995)
Depois da Terra (After Earth, EUA, 2013)
Desafio ao Além (The Haunting, Inglaterra, 1963, PB) 
Destruam Toda a Terra (Destroy All Planets / Gamera tai uchu kaijû Bairasu, Japão, 1968) 
Deus Irae (Argentina, 2010) curta metragem
Deusa da Cidade Perdida, A (She, Inglaterra, 1965)
Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, EUA, 2013)
Dia da Besta, O (El Día de la Bestia / The Day of the Beast, Espanha, 1995)
Dinosaur From the Deep (França, 1993)
Divergente (Divergent, EUA, 2014)
Django Livre (Django Unchained, EUA, 2012)
Do Além (Beyond, EUA, 2012)
Doce Aroma da Morte, O (The Sweet Scent of Death, Inglaterra, 1984, “Hammer House of Mystery and Suspense”)
Doce Vingança (I Spit On Your Grave, EUA, 2010)
Doce Vingança 2 (I Spit On Your Grave, EUA, 2013)
Dracano (Dracano / Dragon Apocalypse, EUA / Canadá, 2013)
Drácula, o Perfil do Diabo (Dracula Has Risen From the Grave, Inglaterra, 1968)
Dredd (Dredd, EUA / Inglaterra / Índia / África do Sul, 2012)

Eaters – Rise of the Dead (Itália, 2011)
El Espanto Surge de la Tumba (Horror Rises From the Tomb, Espanha, 1973)
Eles Vieram do Espaço Exterior (They Came From Beyond Space, Inglaterra, 1967)
Elysium (Elysium, EUA, 2013)
Ender´s Game – O Jogo do Exterminador (Ender´s Game, EUA, 2013)
Enigmas de um Crime (The Oxford Murders, Espanha / Inglaterra / França, 2008)
Enter Nowhere (Enter Nowhere, EUA, 2011)
Enter the Void (França / Alemanha / Itália / Canadá, 2009)
Era dos Dinossauros, A (Age of Dinosaurs, EUA, 2013)
Escolhidos, Os (Dark Skies, EUA, 2013)
Espantalho Assassino (Scarecrow, EUA / Canadá, 2013)
Espelho, O (Oculus, EUA, 2013)
Essência da Maldade, A (The Creeping Flesh, Inglaterra, 1973)
Estranho de um Mundo Perdido, O (X: the Unknown, Inglaterra, 1956, PB)
Evil of Dracula (Chi o suu bara, Japão, 1974)
Exército das Trevas, O (Frankenstein´s Army, EUA / Holanda / República Tcheca, 2013)
Exit Humanity (Exit Humanity, Canadá, 2011)
Experiência Diabólica / Cérebro Maligno, O (Donovan´s Brain, EUA, 1953, PB)

Face do Mal, A (Haunt, EUA, 2013)
Fantástico Homem Transparente, O (The Amazing Transparent Man, EUA, 1960)
Fim do Amanhã, O / No Limite da Salvação (Age of Tomorrow, EUA, 2014)
Fogo Contra Fogo (Fire With Fire, EUA, 2012)
Forca, A (The Gallows, EUA, 2015)
Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (I, Frankenstein, EUA / Austrália, 2014)
Frankenweenie (EUA, 2012) animação
Fuga do Planeta Terra, A (Escape From Planet Earth, EUA / Canadá, 2013)
Fúria das Feras Atômicas, A (The Food of the Gods, EUA, 1976)

Galeão Fantasma, O (El Buque Maldito / The Ghost Galleon, Espanha, 1974)
Galeria dos Alienígenas, A / Breeders – A Ameaça de Destruição (Breeders, EUA, 1986)
Gammera – O Monstro Invencível (Gammera the Invincible, EUA, 1966) 
Gangsters na Lua (Moon Zero Two, Inglaterra, 1969)
Ghost Image (EUA, 2007)
Gigante Monstro Gila, O (The Giant Gila Monster, EUA, 1959)
Godzilla (Godzilla, EUA / Japão, 2014)
Godzilla vs. Megalon (Gojira tai Megaro / Godzilla vs. Megalon, Japão, 1973)
Górgona, A (The Gorgon, Inglaterra, 1964)
Grande Herói, O (Lone Survivor, EUA, 2013)
Gravidade (Gravity, EUA, 2013) 3D
Guerra Mundial Z (World War Z, EUA, 2013) 3D
Guerras na Estrada (Road Wars, EUA, 2015)

Halo 4: Em Direção ao Amanhecer (Halo 4: Forward Unto Dawn, EUA, 2012)
Hard Rock Zombies (Hard Rock Zombies, EUA, 1985)
Hellraiser: Revelations (EUA, 2010)
Hércules (The Legend of Hercules, EUA, 2014)
Herdeiro do Diabo, O (Devil´S Due, EUA, 2014)
Hobbit: Uma Jornada Inesperada, O (The Hobbit – An Unexpected Journey, EUA / Nova Zelândia, 2012)
Hobbit: A Desolação de Smaug, O (The Hobbit: The Desolation of Smaug, EUA / Nova Zelândia, 2013)
Homem de Aço, O (Man of Steel, EUA / Canadá / Inglaterra, 2013)
Homen de Ferro 3 (Iron Man 3, EUA / China, 2013)
Homem Que Enganou a Morte, O (The Man Who Could Cheat Death, Inglaterra, 1959)
Hora das Criaturas, A (Critters, EUA, 1986)
Hora do Espanto, A (Fright Night, EUA, 2011)
Horror Vem do Espaço, O / Monstro Sem Face (Fiend Without a Face, Inglaterra, 1958)
Hospedeira, A (The Host, EUA, 2013)
Hotel (Hotel, Alemanha / Áustria, 2004)
Hotel Transilvânia (Hotel Transylvania, EUA, 2012) animação

Il Coltello di Ghiaccio (Knife of Ice, Itália / Espanha, 1972) 
Inatividade Paranormal (A Haunted House, EUA, 2013)
Inatividade Paranormal 2 (A Haunted House 2, EUA, 2014)
Incrível Homem Que Encolheu, O (The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957, PB)
Independence Daysaster (Canadá, 2013)
Infectados (Stranded, Canadá / Inglaterra, 2013)
Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos, Os (The Mortal Instruments: City of Bones, EUA / Alemanha, 2013)
Invasão Zumbi, A (Rise of the Zombies, EUA, 2012)
Invasor Galáctico, O (The Galaxy Invader, EUA, 1985)
Invasores Invisíveis (Invisible Invaders, EUA, 1959, PB)
Invocação do Mal (The Conjuring, EUA 2013)

Jacarés Mutantes, Os / Alligators – Crocodilos em Fúria (Ragin´Cajum Redneck Gators / Alligator Alley, EUA, 2013)
Jack – O Caçador de Gigantes (Jack the Giant Slayer, EUA, 2013) 3D
Jamie Marks Está Morto (Jamie Marks Is Dead, EUA, 2014)
João e Maria: Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel: Witch Hunters, EUA / Alemanha, 2013)
Jogos Vorazes (The Hunger Games, EUA 2012)
Josey Wales – O Fora da Lei (The Outlaw Josey Wales, EUA, 1976)

La Momia Azteca Contra el Robot Humano (The Robot vs. The Aztec Mummy, México, 1958, PB) 
Lavalantula (Lavalantula, EUA, 2015)
Legend of Dinosaurs and Monster Birds (Japão, 1977) 
Livide (Livide, França, 2011)

Maldição da Caveira, A (The Skull, Inglaterra, 1965)
Maldição da Chorona, A (Lá Maldición de la Llorona / The Curse of the Crying Woman, México, 1963, PB) 
Maldição da Múmia, A (The Curse of the Mummy´s Tomb, Inglaterra, 1964)
Maldição da Sétima Lua, A (Seventh Moon, EUA, 2008)
Maldição de Chucky, A (Curse of Chucky, EUA, 2013)
Maldição de Samantha, A (Deadly Friend, EUA, 1986)
Maldição do Lobisomem, A (The Curse of the Werewolf, Inglaterra, 1961)
Mama (Mama, Espanha / Canadá, 2013)
Mandroid (EUA, 1993)
Mansão da Meia-Noite, A (House of the Long Shadows, Inglaterra, 1983)
Máscara do Mágico, A (The Mad Magician, EUA, 1954, PB)
Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua, O (Texas Chainsaw 3D, EUA, 2013) 3D
Matango, a Ilha da Morte (Matango / Attack of the Mushroom People, Japão, 1963)
Menina Que Roubava Livros, A (The Book Thief, EUA / Alemanha, 2013)
Mercenários, Os (The Expendables, EUA, 2010)
Meu Namorado é um Zumbi (Warm Bodies, EUA, 2013)
Mil Séculos Antes de Cristo (One Million Years B.C., Inglaterra, 1966)
Mistério no Lago (Beneath Still Waters / Bajo Aguas Tranquilas, Espanha / Inglaterra, 2005)
Monstro da Bomba H, O (The H-Man, Japão, 1958)
Monstro de Duas Cabeças, O (The Thing With Two Heads, EUA, 1972)
Monstro de Duas Caras, O (The Two Faces of Dr. Jekyll, Inglaterra, 1960)
Monstro de Mil Olhos, O (Return of the Fly, EUA, 1959, PB)
Monstro de Vênus, O (Zontar, the Thing From Venus, EUA, 1966)
Monstro do Himalaia, O (The Abominable Snowman, Inglaterra, 1957, PB)
Morte do Demônio, A (Evil Dead, EUA, 2013)
Morte Negra (Black Death, Inglaterra / Alemanha, 2010) 
Mosca da Cabeça Branca, A (The Fly, EUA, 1958)
Mulheres Pré-Históricas (Slave Girls / Prehistoric Women, Inglaterra, 1967)
Múmia, A (The Mummy, Inglaterra, 1959)
Mundo Perdido, O (The Lost World, EUA, 1960)

Noé (Noah, EUA, 2014)
Noite das Gaivotas, A (La Noche de las Gaviotas / Night of the Seagulls, Espanha, 1975)
Noite das Travessuras (Mischief Night, EUA, 2013)
Noite do Terror Rastejante, A (Squirm, EUA, 1976)

Oblivion (Oblivion, EUA, 2013)
Occupant (Occupant, EUA, 2011)
Oz: Mágico e Poderoso (Oz the Great and Powerful, EUA, 2013) 3D

Pânico em Seattle (Seattle Superstorm, EUA, 2012)
ParaNorman (EUA, 2012) animação
Pé Grande, O (Bigfoot, EUA, 2012)
Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief, EUA / Canadá, 2010)
Percy Jackson e o Mar de Monstros (Percy Jackson: Sea of Monsters, EUA, 2013)
Pesadelo no Vale da Morte (Death Valley, EUA, 1982)
Piranha 2 (Piranha 3DD, EUA, 2012)
Planeta Fantasma, O (The Phantom Planet, EUA, 1961) 
Pompeia (Pompeii, EUA / Alemanha / Canadá, 2014)
Presas, As (Proie, França, 2010)
Presentes (Offerings, EUA, 1989)
Presos no Gelo 3 – O Início (Cold Prey 3 – The Beginning / Fritt Vilt III, Noruega, 2010)
Primeira Espaçonave em Vênus, A (First Spaceship on Venus / Der Schweigende Stern, Alemanha / Polônia, 1960)
Primeiro Homem no Espaço, O (First Man Into Space, Inglaterra, 1959, PB)

Q – A Serpente Alada (Q – The Winged Serpent, EUA, 1982)
Quando os Dinossauros Dominavam a Terra (When Dinosaurs Ruled the Earth, Inglaterra, 1970)
Quarentena 2 (Quarantine 2: Terminal, EUA, 2011)
Queda da Casa de Usher, A (La chute de la maison Usher, França, 1928) mudo, PB
Queda da Terra, A (Earth Fall, EUA, 2015)
Queen of Blood (EUA, 1966)

Rasputin: O Monge Louco (Rasputin: The Mad Monk, Inglaterra, 1966)
Rastros do Espaço (The Monolith Monsters, EUA, 1957)
Rebelião dos Planetas (Queen of Outer Space, EUA, 1958)
Reino Escondido (Epic, EUA, 2013) animação
Retrato de Um Pesadelo (Night Gallery, EUA, 1969)
Reveillon Maldito (New Year´s Evil, EUA, 1980)
R.I.P.D. – Agentes do Além (R.I.P.D., EUA, 2013)
Riddick 3 (Riddick, EUA / Inglaterra, 2013)
RoboCop (RoboCop, EUA, 2014)
Rosas de Sangue (Blood and Roses, Itália / França, 1960)

Sádico Barão Von Klaus, O (Le Sadique Baron Von Klaus / La Mano de un Hombre Muerto / The Sadistic Baron Von Klaus, Espanha, 1962)
Saga Crepúsculo: Lua Nova, A (The Twilight Saga: New Moon, EUA, 2009)
Saga Crepúsculo: Eclipse, A (The Twilight Saga: Eclipse, EUA, 2010)
Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1, A (The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1, EUA, 2011)
Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, A (The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 2, EUA, 2012)
Segredo do Lago Ness, O (Das Wunder von Loch Ness, Alemanha / Áustria, 2008)
Sem Escalas (Non-Stop, Inglaterra / França / EUA, 2014)
Silent Hill: Revelação (Silent Hill: Revelation, França / EUA / Canadá, 2012)
Slaughter High (Slaughter High, EUA / Inglaterra, 1986)
Sobrenatural (Insidious, EUA / Canadá, 2010)
Sobrenatural: Capítulo 2 (Insidious: Chapter 2, EUA, 2013)
Sobrenatural: A Origem (Insidious: Chapter 3, EUA / Canadá, 2015)

Tatuagem – A Marca do Diabo (Mark of the Devil, Inglaterra, 1984, “Hammer House of Mystery and Suspense”) 
Tempestade Solar (Exploding Sun, Canadá, 2013)
Terror no Triângulo das Bermudas (Bermuda Tentacles, EUA, 2014)
Terror Que Mata (The Quatermass Xperiment, Inglaterra, 1955, PB)
The Bat People (EUA, 1974)
The Lost Skeleton of Cadavra (EUA, 2001)
The Magnetic Monster (EUA, 1953, PB)
The Man and the Monster / El Hombre y el Monstruo (México, 1959, PB)
The Pact (EUA, 2012)
The Wizard of Gore (EUA, 1970)
Thor – O Mundo Sombrio (Thor – The Dark World, EUA, 2013)
Todo Mundo em Pânico 5 (Scary Movie 5, EUA, 2013)
Torturas do Dr. Diabolo, As (Torture Garden, Inglaterra, 1967)
Trilha da Fera Lunar, A (Track of the Moon Beast, EUA, 1976)
Tubarão Fantasma, O (Ghost Shark, EUA, 2013)
Tubarões Zumbis (Zombie Shark, EUA, 2015)

Ultimato à Terra (The 27th Day, EUA, 1957, PB)
Último Desafio, O (The Last Stand, EUA, 2013)
Último Exorcismo – Parte 2, O (The Last Exorcism – Parte 2, EUA, 2013)
Um Balde de Sangue (A Bucket of Blood, EUA, 1959)
Um Mundo Desconhecido (Unknown World, EUA, 1951)  
Uma Fenda no Mundo (Crack in the World, EUA, 1965)
Uma História de Amor e Fúria (Brasil, 2013) animação (666)
Universidade Monstros (Monsters University, EUA, 2013) animação
Usina de Monstros (Quatermass 2 / Enemy From Space, Inglaterra, 1957, PB)

Vampiro de Black Water, O / Assassino das Sombras, O (The Black Water Vampire, EUA, 2014)
Viagem, A (Cloud Atlas, EUA / Alemanha / Hong Kong / Singapura, 2012)
Viagem à Lua de Júpiter (Europa Report, EUA, 2013)
Vila das Sombras (Le Village des Ombres, França, 2010)
Vila do Medo, A (Rosewood Lane, EUA, 2011)
Vingador, O (Hobo With a Shotgun, Canadá, 2011)
Vingança da Deusa, A (The Vengeance of She, Inglaterra, 1968)
Vinte Milhões de Léguas a Marte (World Without End, EUA, 1956)

Wolverine: Imortal (The Wolverine, EUA, 2013)

Zumbis de Mora Tau, Os (Zombies of Mora Tau, EUA, 1957)

Artigos / Resenhas de Cinema (588)

A (47)
· À Meia Luz (Gaslight, Inglaterra, 1940) + À Meia Luz (Gaslight, Estados Unidos, 1944)
· À Prova de Morte (Death Proof, 2007) (segmento de “Grindhouse”)
· A.I. – Inteligência Artificial (A. I. – Artificial Intelligence, 2001)
· Abismo do Medo (The Descent, Inglaterra, 2005)
· Abominável (Abominable, 2006)
· Abominável Dr. Phibes, O (The Abominable Dr. Phibes, Inglaterra, 1971)
· Acampamento Sinistro (Sleepaway Camp II: Unhappy Campers, 1988)
· Açougueiro, O (The Butcher, 2006)
· Adolescentes do Espaço, Os (Teenagers From Outer Space, 1959)
· Água Negra (Dark Water, 2005)
· Akai (curta-metragem, Brasil/SP, 2006)
· Aldeia dos Amaldiçoados, A (Village of the Damned, Inglaterra, 1960)
· Além da Imaginação (The Twilight Zone, 1959/64) – série de TV
· Além da Imaginação: O Túmulo Submerso (The Twilight Zone, 1959/64 – The Thirty-Fathom Grave) – série de TV
· Além da Imaginação: Os Invasores (The Twilight Zone, 1959/64 – The Invaders) – série de TV
· Alfred Hitchcock – O Mestre do Suspense
· Alma Negra (Dark Corners, EUA / Inglaterra, 2006)
· Alone in the Dark 2: O Retorno do Mal (Alone in the Dark II, 2008)
· Alta Velocidade (Driven, Estados Unidos / Canadá / Austrália, 2001)
· Alta Voltagem (The Projected Man, Inglaterra, 1966)
· Alerta Vermelho, O (The Red Siren, França, 2002)
· Alien Vs. Predador (Alien Vs. Predator, 2004)
· Aliens Vs. Predador 2 (Aliens Vs. Predator – Requiem, 2007)
· Alta Tensão (Haute Tension, França, 2003)
· Alucinação (Soul Survivors, 2001)
· Amaldiçoados (Cursed, 2005)
· Ameaça Virtual (AntiTrust, 2001)
· Amigo Oculto, O (Hide and Seek, EUA / Alemanha, 2005)
· Amityville 2 (Amityvile 2, Estados Unidos / México, 1982)
· Amityville 3-D (Amityville 3-D, 1983)
· Anaconda 2: A Caçada Pela Orquídea Sangrenta (Anacondas: The Hunt For the Blood Orchid, 2004)
· Anjo da Morte (Angel of Death / Semana Santa, Espanha / Inglaterra / França / Itália / Alemanha / Dinamarca, 2002)
· Anjos da Noite – Underworld (Underworld, Estados Unidos / Alemanha / Inglaterra / Hungria, 2003)
· Anjos Rebeldes, Os (The Prophecy / God’s Army, 1994)
· Animal (The Animal, 2001)
· Aniversário do Demônio, O (Little Devils: The Birth, Canadá, 1993)
· Apanhador de Sonhos, O (Dreamcatcher, 2003)
· Apocalypse Now Redux (Apocalypse Now Redux, 1979 / 2001)
· Arrombada – Vou Mijar na Porra do Seu Túmulo!!! (Brasil/SC, média metragem, 2007)
· Assombração (Gwai Wik / Re-Cycle, Hong Kong / Tailândia, 2006)
· Ataque das Sanguessugas Gigantes, O (Attack of the Giant Leeches, 1959)
· Ataque das Vespas Mutantes, O (Swarmed, Canadá, 2005)
. Ataque dos Insetos, O (Bugs, Canadá, 2003)
· Até o Fim (The Deep End, 2001)
· Aterrorizados (Altered, 2006)
· Atores de Drácula e Outros Vampiros, Os
· Atrás das Linhas Inimigas (Behind the Enemy Lines, 2001)

B (15)
· Backout (Blackout, 2007)
· Balada Para Satã (The Mephisto Waltz, 1971)
· Banquete de Sangue (Blood Feast, 1963)
· Batalha de Riddick, A (The Chronicles of Riddick, 2004)
· Batalha Real (Battle Royale / Batoru Rowaiaru, Japão, 2000)
· Batman Begins (Batman Begins, 2005)
· Besta da Caverna Assombrada, A (Beast From the Haunted Cave, 1959)
· Black Sabbath – As Três Máscaras do Terror (Black Sabbath – The Three Faces of Fear / I Tre Volti Della Paura, Itália / França, 1963)
· Blade II – O Caçador de Vampiros (Blade II, 2002)
· Blade: Trinity (Blade: Trinity, 2004)
· Bolha Assassina, A (The Blob, 1988) – A Volta da Bolha
· Boris Karloff
· Bruxa, A Face do Demônio / Face do Demônio, A (The Witches / The Devil´s Own, Inglaterra, 1966)
· Buraco, O (The Hole, Inglaterra, 2001)
· Bússola de Ouro, A (The Golden Compass, EUA / Inglaterra, 2007)

C (64)
· Caçados (Prey, Estados Unidos / África do Sul, 2007)
· Cadáveres (Unrest, 2006)
· Cães Assassinos (The Breed, Estados Unidos / África do Sul / Alemanha, 2006)
· Cães de Caça (Dog Soldiers / Night of the Werewolves, Inglaterra, 2002)
· Calafrios (Shivers, Canadá, 1975)
· Cálculo Mortal (Murder By Numbers, 2002)
· Caminho Sem Volta (The Yards, 2000)
· Canibais (Undead, Austrália, 2003)
· Canibais & Solidão (Carlos Barbosa/RS – Brasil, 2006)
· Cão dos Baskervilles, O (The Hound of the Baskervilles, Inglaterra, 1959)
· Capitão Sky e o Mundo de Amanhã (Sky Captain and the World of Tomorrow, 2004)
· Carmilla, a Vampira de Karnstein (The Vampire Lovers, Inglaterra, 1970)
· Carneador, O (Brasil, Porto Alegre/RS, curta metragem, 2007)
· Carrasco de Pedra (It!, Estados Unidos / Inglaterra, 1967)
· Carta Para a Morte (The Gravedancers, 2006)
· Carver (Carver, 2008)
· Casa da Colina, A (House on Haunted Hill, 1999)
· Casa de Cera, A (House of Wax, 2005)
· Casa de Vidro, A (The Glass House, 2001)
· Casa de Usher, A (House of Usher, 1960)
· Casa do Espanto, A (House, 1986)
· Casa do Terror, A / Casa dos Rituais Satânicos, A (Madhouse, Estados Unidos / Inglaterra, 1974)
· Casa do Terror, A (Hammer House of Horror, Inglaterra, 1980) – série de TV
· Casa dos Maus Espíritos, A (House on Haunted Hill, 1958)
· Casa dos Sonhos, A (Dream House, EUA, 2011)
· Casa Que Pingava Sangue, A (The House That Dripped Blood, Inglaterra, 1970)
· Castelo Assombrado, O (The Haunted Palace, 1963)
· Castelo de Frankenstein, O (Frankenstein 1970, 1958)
· Castelo do Pavor, O (The Black Castle, 1952)
· Cativeiro (Captivity, Estados Unidos / Rússia, 2007)
· Caverna, A (The Cave, Estados Unidos / Alemanha, 2005)
· Celular – Um Grito de Socorro (Cellular, 2004)
· Cemitério Macabro (Grave Secrets: The Legacy of Hilltop Drive, 1992)
· Cérebro, O (The Brain, EUA / Canadá, 1988)
· Cérebro Que Não Queria Morrer, O (The Brain That Wouldn´t Die, 1962)
· Chamado, O (The Ring, Estados Unidos / Japão, 2002)
· Cidade Submarina (The Underwater City, 1962)
· Cine Majestic (The Majestic, 2002)
· Círculo de Fogo (Enemy at the Gates, 2001)
· Círculo do Diabo, O (The Devil´s Hand, 1962)
· Códigos de Guerra (Windtalkers, 2002)
· Coisa, A (The Stuff, 1985)
· Colheita Maldita (Children of the Corn, 1984)
· Colheita Maldita 2: O Sacrifício Final (Children of the Corn 2: The Final Sacrifice, 1993)
· Colheita Maldita 3 (Children of the Corn 3: Urban Harvest, 1994)
· Conde de Monte Cristo, O (The Count of Monte Cristo, 2002)
· Conde Drácula, O (Scars of Dracula, Inglaterra, 1970)
· Condessa Drácula, A (Countess Dracula, Inglaterra, 1971)
· Constantine (Constantine, 2005)
· Contato Alienígena (Alien Hunter, 2003)
· Contos da Meia-Noite (Campfire Tales, 1997)
· Corrida Silenciosa (Silent Running, 1972)
· Corrosão – Ameaça Em Seu Corpo (Body Melt, Austrália, 1993)
· Corvos (Kaw, 2007)
· Countess Erzebeth Bathory (Mauá/SP – Brasil, 2004)
· Criatura (Creature / Alien Lockdown, 2004)
· Criatura Sangrenta (Blood Creature / Terror is a Man, Estados Unidos / Filipinas, 1959)
· Criaturas (The Curse of the Komodo, 2004)
· Criaturas Hediondas (Palmitos/SC – Brasil, 1993)
· Crimes em Primeiro Grau (High Crimes, 2002)
· Cruzada (Kingdom of Heaven, 2005)
· Cry Wolf – O Jogo da Mentira (Cry_Wolf, 2005)
· Cujo (Cujo, 1983)
· Cut – Cenas de Horror (Cut, Austrália, 2000)

D (39)
· D-Tox (D-Tox, 2002)
· Da Terra à Lua (Rocketship X-M, EUA, 1950)
· Dama na Água, A (Lady in the Water, 2006)
· Dançando Com o Mal (Witchcraft V: Dance With the Devil, 1993)
· Daqui a Cem Anos (Things to Come, Inglaterra, 1936)
· Darkroom, The (The Darkroom, 2006)
· Décimo Oitavo Anjo, O (The Eighteenth Angel, 1998)
· Degraus Para o Passado (Time Travelers, 1976)
· Deicide – “In Torment in Hell” (2001)
· Deixe Ela Entrar (Lat Den Ratte Komma In / Let the Right One In, Suécia, 2008)
· Delírio de Um Sábio (Dr. Cyclops, 1940)
· Demência 13 (Dementia 13, 1963)
· Demônios da Mente (Demons of the Mind, Inglaterra, 1972)
· Desconhecidos, Os (Unknown, 2006)
· Desconhecidos (Perfect Strangers, Nova Zelândia, 2003)
· Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead, 1978)
· Destino: Espaço Sideral (Assignment: Outer Space / Space Men, Itália, 1960)
· Devil´s Den (2006)
· Devorador de Pecados (The Order / The Sin Eater, 2003)
· Dia de Treinamento (Training Day, 2001)
· Dia do Terror, O (Valentine, 2001)
· Dia dos Mortos (Day of the Dead, 2008)
· Dia Em Que a Terra Parou, O (The Day the Earth Stood Still, 1951)
· Dia Em Que o Mundo Acabou, O (The Day the World Ended, 2001)
· Dívida de Sangue (Blood Work, 2002)
· Do Inferno (From Hell, 2001)
· 2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odissey, 1968)
· 2000.1 – Um Maluco Perdido no Espaço (2001 – A Space Travesty, Canadá, 2000)
· Dom da Premonição, O (The Gift, 2000)
· Dominação (Lost Souls, 2000)
· Doom – A Porta do Inferno (Doom, Estados Unidos / República Tcheca, 2005)
· Dor, A (Brasil, São Paulo/SP, curta metragem, 2008)
· Drácula 2000 (Dracula 2000, 2000)
· Drácula e os Mortos-Vivos (The World of Hammer – Dracula and the Undead, Inglaterra, 1990) – documentário
· Drácula II: A Ascensão (Dracula II: Ascension, 2003)
· Drácula – O Demônio das Trevas (Dracula, Inglaterra, 1973)
· Drácula: O Príncipe das Trevas (Dracula: Prince of Darkness, Inglaterra, 1966)
· Dragão Vermelho (Red Dragon, 2002)
· Dungeons & Dragons (Dungeons & Dragons, Estados Unidos / República Tcheca, 2000)

E (31)
· Eclipse Mortal (Pitch Black, 2000)
· Ecos do Além (Stir of Echoes, 1999)
· Efeito Colateral (Collateral Damage, 2002)
· Encarnação do Demônio (Brasil, 2008)
· Encurralado (Duel, 1971)
· Enigma de Talos, O (Talos the Mummy, 1998)
· Enigma do Pesadelo (Aenigma, 1988)
· Entrei em pânico ao saber o que vocês fizeram na sexta-feira 13 do verão passado (Carlos Barbosa/RS - Brasil, 2001)
· Enviado, O (Godsend, EUA / Canadá, 2004)
· Epidemia de Zumbis (The Plague of the Zombies, Inglaterra, 1966)
· Era do Gelo, A (The Ice Age, 2002)
· Era dos Mortos (MG – Brasil, 2007)
· Escola dos Espíritos (Hau Mo Chu / The Haunted School, Hong Kong, 2007)
. Escorpião Rei, O (The Scorpion King, 2002)
· Escuridão (The Dark, Inglaterra, 2005)
· Espíritos 2 – Você Nunca Está Sozinho (Alone / Faet, Tailândia, 2007)
· Esquecidos, Os (The Forgotten, 2004)
· Estrada Para Perdição (Road to Perdition, 2002)
· Eu, Robô (I, Robot, 2004)
· Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007)
· Evil Dead, The (1982)
· Evil Dead II – Dead By Dawn (1987)
. Evolução (Evolution, 2001)
· Exército do Extermínio, O (The Crazies, 1973)
· Exorcista, O (The Exorcist, 1973) + Exorcista 2000 – Versão do Diretor, O (The Exorcist – Director’s Cut, 2000)
· Exorcista: O Início (Exorcist: The Beginning, 2004)
· Experiência, A (Das Experiment, Alemanha, 2001)
· Expresso Para o Inferno (Runaway Train, 1985)
· Extermínio (28 Days Later, Estados Unidos / Inglaterra / Holanda, 2002)
· Extermínio 2 (28 Weeks Later, Inglaterra, 2007)
· Extraordinário, O (The Unearthly, 1957)

F (26)
· Faces do Mal, As (Headspace, 2005)
· Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down, 2001)
· Fantasma do Espaço (Phantom From Space, 1953)
· Fantasma Invisível, O (Invisible Ghost, 1941)
· Fantasmas de Marte (Ghosts of Mars, 2001)
· Fantomas - O Guerreiro da Justiça (Ogon Batto, Japão, 1967)
· Farsa Diabólica (Seance on a Wet Afternoon, Inglaterra, 1964)
· Farsa Trágica (The Comedy of Terrors, 1964)
· Faust – O Pesadelo Eterno (Faust – Love of the Damned, Espanha / Estados Unidos, 2001)
· Feiticeiro, O (The Witching, 1972)
· Fera Assassina, A (Big Bad Wolf, Estados Unidos, 2006)
· Fera Deve Morrer, A (The Beast Must Die, Inglaterra, 1974)
· Filho de Chucky, O (Seed of Chucky, 2004)
· Filhos das Trevas (Demons / Demoni, Itália, 1985)
· Filhos de Katie Elder, Os (The Sons of Katie Elder, 1965)
· Fim dos Tempos (The Happening, Estados Unidos / Índia, 2008)
· Final Fantasy (Final Fantasy, 2001)
· Fixação (Swimfan, 2002)
· Floresta, A (The Woods, 2006)
· Fomos Heróis (We Were Soldiers, 2002)
· Fora de Controle (Changing Lanes, 2002)
· Força Sinistra (Lifeforce, EUA / Inglaterra, 1985)
· Forças do Mal (Creepshow III, 2006)
· Frankenstein (Frankenstein, 1931)
· Frankenstein Tem Que Ser Destruído (Frankenstein Must Be Destroyed!, Inglaterra, 1969)
· Freddy x Jason (Freddy Vs. Jason, 2003)

G (9)
· Galeria do Terror: Ar Gelado (Night Gallery, 1970/73 – Cool Air) – série de TV
· Garganta do Diabo (Cold Creek Manor, Estados Unidos / Canadá, 2003)
· Gosto de Sangue (Blood Simple, 1984)
· Grito, O (The Grudge, 2004)
· Gritos Mortais (Dead Silence, 2007)
· Guerra de Hart, A (Hart’s War, 2002)
· Guerra dos Mundos (War of the Worlds, 2005)
· Guerra Entre Planetas (This Island Earth, 1955)
· Guia do Mochileiro das Galáxias, O (The Hitchhiker´s Guide to the Galaxy, Estados Unidos / Inglaterra, 2005)

H (30)
· H. P. Lovecraft no Cinema
· Habitantes da Escuridão (They, 2002)
· Halloween (Halloween, 2007)
· Halloween – A Noite do Terror (Halloween, 1978)
· Halloween II (Halloween II, 1981)
· Halloween III – A Noite das Bruxas (Halloween III – Season of the Witch, 1982)
· Halloween H20 – 20 Anos Depois (Halloween H20 – Twenty Years Later, 1998)
· Halloween: Ressurreição (Halloween: Resurrection, 2002)
· Hammer – A Casa do Horror
· Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets, 2002)
· Harry Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter and the Sorcerer’s Stone, 2001)
· Hellboy (Hellboy, 2004)
· Hellraiser – Renascido do Inferno (Hellraiser, Inglaterra, 1987)
· Hellbound – Hellraiser II (Inglaterra / EUA, 1988)
· Hellraiser III – Inferno na Terra (Hellraiser III – Hell on Earth, 1992)
· Hellraiser – A Herança Maldita (Hellraiser IV – Bloodline, 1996)
· Hellraiser – O Retorno dos Mortos (Hellraiser VII: Deader, Estados Unidos / Romênia, 2005)
· Homem-Aranha (Spider-Man, 2002)
· Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3, 2007)
· Homem de Palha, O (The Wicker Man, 1973)
· Homem dos Olhos de Raio-X, O (“X” – The Man With the X-Ray Eyes, 1963)
· Homem Invisível, O (The Invisible Man, 1933)
· Horas de Desespero (The Desperate Hours, 1955)
· Horror em Amityville (The Amityville Horror, 2005)
· Horror Hotel (The City of the Dead / Horror Hotel, Inglaterra, 1960)
· Horror Metal
· Hospedeiro, O (The Host / Gwoemul, Coréia do Sul, 2006)
· Hospital Maldito (Boo, 2005)
· House of the Dead – O Filme (House of the Dead, Estados Unidos / Canadá / Alemanha, 2003)
· House of the Dead 2 (House of the Dead – A Casa dos Mortos 2, 2005)

I (13)
· Identidade (Identity, 2003)
· Ilha, A (The Island, 2005)
· Imperdoáveis, Os (Unforgiven, 1992)
· Império Submarino (Undersea Kingdom, 1936) – seriado em 12 capítulos
· Incrível Homem que Derreteu, O (The Incredible Melting Man, 1977)
· Indomáveis, Os (3:10 To Yuma, 2007)
· Insônia (Insomnia, 2002)
· Invasão dos Insetos Gigantes no Cinema, A
· Invasão Mortal (Deadly Invasion: The Killer Bee Nightmare, 1995)
· Invasora, A (À L´intérieur / Inside, França, 2007)
· Invasores (The Invasion, 2007)
· Invasores, Os (The Invaders, 1967/68) – série de TV
· Irmãos Grimm, Os (The Brothers Grimm, Estados Unidos / República Tcheca, 2005)

J (13)
· Jack-O: Demônio do Halloween (Jack-O-Lantern, 1995)
· James West (The Wild Wild West, 1965 / 1969) – série de TV
· Janela Secreta, A (Secret Window, 2004)
· Jarbas (livro de André Bozzetto Junior)
· Jason X (Jason X, 2001)
· Jogo dos Espíritos, O (Long Time Dead, Inglaterra, 2002)
· Jogos Mortais IV (Saw IV, 2007)
· John Russo
· Jornada nas Estrelas: Nêmesis (Star Trek: Nemesis, 2002)
· Jornada nas Estrelas - A Série Animada (Star Trek - The Animated Series, EUA, 1973 / 1975) - série de TV
· Jornada ao Centro do Tempo (Journey to the Center of Time, EUA, 1967)
· O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974)
· Jurassic Park III (Jurassic Park III, 2001)

K (5)
· K-19: The Widowmaker (K-19: The Widowmaker, 2002)
· Kill Bill – Volume 1 (Kill Bill – Volume 1, 2003)
· Kill Bill – Volume 2 (Kill Bill – Volume 2, 2004)
· Km 31 (México / Espanha, 2006)
· K-Pax – O Caminho da Luz (K-Pax, 2001)

L (22)
· La Raiz del Mal (Espanha, 2008)
· Ladrão de Cadáveres, O (The Corpse Vanishes, 1942)
· Lago dos Zumbis, O (Zombie Lake / Le Lac des Morts Vivants, França / Espanha, 1981)
· Lágrimas do Sol (Tears of the Sun, 2003)
· Lake Mungo (Austrália, 2008)
· Lara Croft: Tomb Raider (Lara Croft: Tomb Raider, 2001)
· Lenda da Múmia, A (The Legend of the Mummy, 1997)
· Lenda do Cavaleiro Fantasma, A (Legend of the Phantom Rider, 2002)
· Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A (Sleepy Hollow, 1999)
· Liga Extraordinária, A (The League of Extraordinary Gentlemen, Estados Unidos / Alemanha / República Tcheca / Inglaterra, 2003)
· Lobisomem, O (The Wolf Man, 1941)
· Lobisomem, O (The Wolfman, EUA / Inglaterra, 2010)
· Lobisomem no Quarto das Garotas, O (Lycanthropus / Werewolf in a girl´s Dormitory, Itália / Áustria, 1962)
· Locusts – O Dia da Destruição (Locusts – Day of Destruction, 2005)
· Lodo Verde, O (The Green Slime, Estados Unidos / Japão / Itália, 1968)
· Longa Distância (Long Distance, 2005)
· Loucas Aventuras de James West, As (Wild Wild West, 1999)
· Lua Mortal (Killing Moon, Estados Unidos / Canadá, 2000)
. Lua Perversa (RS / SC - Brasil, independente, 2010)
. Lua Sangrenta (Die Sage des Todes / Bloody Moon, Alemanha, 1981)
· Lugares Escuros (In a Dark Place / Dark Places, Inglaterra / Luxemburgo, 2006)
· Luxúria de Vampiros (Lust For a Vampire, Inglaterra, 1971)

M (51)
· M.I.B. – Homens de Preto II (M.I.B. – Men in Black II, 2002)
· Macabra Arte do Caos, A
· Madrugada dos Mortos (Dawn of the Dead, 2004)
· Maldição da Mosca, A (Curse of the Fly, Inglaterra, 1965)
· Maldição de Frankenstein, A (The Curse of Frankenstein, Inglaterra, 1957)
· Maldição do Altar Escarlate, A (Curse of the Crimson Altar, Estados Unidos / Inglaterra, 1968)
· Maldição dos Mortos-Vivos, A (The Serpent and the Rainbow, 1988)
· Malditas Aranhas! (Eight Legged Freaks, 2002)
· Mansão do Morcego, A (The Bat, 1959)
· Mansão Mal-Assombrada (The Haunted Mansion, 2003)
· Mão, A (The Hand, 1981)
· Mão do Diabo, A (Frailty, 2002)
· Maquiavélico William Hart, O (The Greed of William Hart, Inglaterra, 1948)
· Máquina do Tempo, A (The Time Machine, 2001)
· Mar Aberto (Open Water, 2004)
· Martyrs (França / Canadá, 2008)
· Máscara de Satã, A (The Mask of Satan / Black Sunday / La Maschera del Demonio, Itália, 1960)
· Massacre da Serra Elétrica, O (The Texas Chainsaw Massacre, 1973)
· Massacre da Serra Elétrica: O Início, O (The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning, 2006)
· May – Obsessão Assassina (May, 2002)
· Médico e o Monstro, O (Dr. Jekyll and Mr. Hyde, 1932)
· Medo em Cherry Falls (Cherry Falls, 2000)
· Medo, Mistério e Morte (livro de Carlos Orsi Martinho)
· Medopontocombr (FeardotCom, Estados Unidos / Inglaterra / Alemanha / Luxemburgo, 2002)
· Megiddo (Megiddo, 2001)
· Mendigos (Ilópolis/RS – Brasil, 2004)
· Mensageiros, Os (The Messengers, EUA / Canadá, 2007)
· Metrópolis (Metropolis, Alemanha, 1926)
· Minority Report – A Nova Lei (Minority Report, 2002)
· Míssil Para a Lua (Missile to the Moon, EUA, 1958)
· Mistério da Libélula, O (Dragonfly, 2002)
· Monstro da Lagoa Negra, O (Creature From the Black Lagoon, 1954)
· Monstros da Noite, Os / Marinha Contra os Monstros, A (The Navy Vs. The Night Monsters, 1966)
· Monstros S.A. (Monsters, Inc., 2001)
· Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs. Aliens, 2009)
· Montana – Terra Proibida (Montana, 1950)
· Morra ou Diga Sim (Say Yes / Sae-yi Yaeseu, Coréia do Sul, 2001)
· Mortalha da Múmia (The Mummy’s Shroud, Inglaterra, 1967)
· Morte Para Um Monstro (Die, Monster, Die!, Estados Unidos / Inglaterra, 1965)
· Morte Súbita (Rogue, Estados Unidos / Austrália, 2007)
· Morto em 3 Dias (Dead in 3 Days / In 3 tagen bist du tot, Áustria, 2006)
· Mortos de Fome (Ravenous, 1999)
· Mortos Que Matam (The Last Man on Earth, Estados Unidos / Itália, 1964)
· Mortos Vivos, Os (Dead & Buried, 1981)
· MosquitoMan (Mansquito, 2005)
· Mulher-Gato (Catwoman, 2004)
· Mulher Vespa, A (The Wasp Woman, 1960)
· Mundo em Perigo, O (Them!, 1954)
· Mundos Que Se Chocam (Killers From Space, 1954)
· Museu de Cera (House of Wax, 1953)
· Mutantes Assassinos (Snakehead Terror, Canadá, 2004)

N (17)
· Na Companhia do Medo (Gothika, 2003)
· Na Mira da Morte (Targets, 1968)
· Na Próxima Lua Cheia (livro de André Bozzetto Junior)
· Na Solidão da Noite (Dead of Night, Inglaterra, 1945)
· No Cair da Noite (Darkness Falls, 2003)
· Navio Fantasma (Ghost Ship, 2002)
· Necronomicon, o Livro Proibido dos Mortos (Necronomicon, 1993)
· Névoa, A (The Fog, Estados Unidos / Canadá, 2005)
· Nevoeiro, O (The Mist, 2007)
· Night Visions (Night Visions, 2001) série de TV
· Nightmares and Dreamscapes: From the Stories of Stephen King (Estados Unidos / Austrália, 2006)
· Noite do Lobo, A (Moon of the Wolf, 1972)
· Noite do Terror (See No Evil, 2006)
· Noite dos Mortos Vivos, A (Night of the Living Dead, 1968)
· Noite dos Mortos Vivos, A (Night of the Living Dead, 1990)
· Noivas do Vampiro, As (The Brides of Dracula, Inglaterra, 1960)
· Núcleo – Missão ao Centro da Terra, O (The Core, 2003)

O (16)
· Oásis dos Zumbis (Oasis of the Zombies, França, 1982)
· Observador, O (The Watcher, 2000)
· Odisséia nas Sombras (livro de André Bozzetto Junior)
· Oldboy (Oldboy, Coréia do Sul, 2003)
· Olga (Brasil, 2004)
· Olhar de Anjo (Angel Eyes, 2001)
· Olho do Mal, O (The Eye, 2008)
· Olho Que Tudo Vê, O (My Little Eye, Inglaterra / França / Estados Unidos, 2002)
· Olhos da Cidade São Meus, Os (Anguish, Espanha, 1986)
· Olhos de Fogo (Eyes of Fire, 1983)
· Olhos Famintos (Jeepers Creepers, 2001)
· Olhos Famintos 2 (Jeepers Creepers 2, 2003)
· Orfanato, O (El Orfanato, Espanha / México, 2007)
· Orgia Noturna dos Vampiros, A (La Orgia Nocturna de los Vampiros / The Vampires Night Orgy, Espanha, 1973)
· Oswaldo (Brasil, Santos/SP, curta metragem, 2007)
· Outros, Os (The Others / Los Otros, Espanha / França / Estados Unidos, 2001)

P (43)
· P2 – Sem Saída (P2, 2007)
· Pacto dos Lobos, O (Le Pacte des Loups / Brotherhood of the Wolf, França, 2001)
· Paisagens, Pesadelos e Paranóias (Brasil, Ilópolis/RS, curta metragem, 2007)
· Paixão de Cristo, A (The Passion of the Christ, 2004)
· Palhaço Assassino (Clownhouse, 1989)
· Pânico e Morte na Cidade (The Night Stalker, 1972)
· Pânico na Floresta (Deep in the Woods / Promenons-nous dans les bois, França, 2000)
· Pânico na Floresta (Wrong Turn, Estados Unidos / Alemanha, 2003)
· Pânico no Lago 2 (Lake Placid 2, 2007)
· Pavor na Cidade dos Zumbis (Paura Nella Cittá Dei Morti Viventi / City of the Living Dead, Itália, 1980)
· Pearl Harbor (Pearl Harbor, 2001)
· Pelotão Vampiro (The Lost Platoon, 1991)
· Pequena Loja dos Horrores, A (The Little Shop of Horrors, 1960)
· Perdidos no Espaço (Lost in Space, 1965/68) – série de TV
· Perkins´14 (Perkins´14, 2009)
. Pesadelo, O (Boogeyman, 2005)
· Pesadelos Diabólicos (Nightmares, 1983)
· Peter Cushing
· Phenomena (Phenomena, Itália, 1985)
· Pianista na Guerra de Cinzas, O (Pianista, O & Cinzas da Guerra) (The Pianist / Le Pianiste, França / Alemanha / Polônia / Inglaterra, 2002 & The Grey Zone, 2001)
· Pirado no Espaço (Rocketman, 1997)
· Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl, 2003)
· Planeta dos Desaparecidos, O (Battle of the Worlds / Il Pianeta degli Uomini Spenti, Itália, 1961)
· Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, 2001)
· Planeta dos Macacos: uma Mensagem Para a Humanidade, O (The Planet of the Apes, 1968)
· Planeta Pré-Histórico, O (Voyage to the Prehistoric Planet, 1965)
· Planeta Proibido (Forbidden Planet, 1956)
· Planeta Terror (Planet Terror, 2007) (segmento de “Grindhouse”)
· Plataforma do Medo (Creep, Inglaterra / Alemanha, 2004)
· Platoon (Platoon, 1986)
· Por Trás da Máscara - O Surgimento de Leslie Vernon (Behind the Mask: The Rise of Leslie Vernon, 2006)
· Por Uns Dólares a Mais (For a Few Dollars More, Itália, 1965)
· Portão do Cemitério (Cemetery Gates, 2006)
· Poseidon (Poseidon, 2006)
· Praga, A (The Plague, 2006)
· Prelúdio Para Matar (Profondo Rosso / Deep Red, Itália, 1975)
· Premonição 2 (Final Destination 2, 2003)
· Premonição 3 (Final Destination 3, 2006)
· Profecia, A (The Omen, 2006)
· Projeto Dinossauro (The Dinosaur Project, Inglaterra, 2012)
· Proprietário, O (El Propietario / The Owner, Argentina, 2008)
· Psicose (Psycho, 1960)
· Pumpkin Karver (The Pumpkin Karver, 2006)

Q (4)
· Quarentena (Isolation, Inglaterra / Irlanda, 2005)
· Quarto do Pânico, O (Panic Room, 2002)
· Queda da Casa de Usher, A (Revenge in the House of Usher, Espanha / França, 1982)
· Quinta Dimensão (The Outer Limits, EUA, 1963 / 1965) - série de TV

R (31)
· Rainha dos Condenados, A (Queen of the Damned, 2002)
· Raio Invisível, O (The Invisible Ray, 1936)
· Rambo: Programado Para Matar (First Blood, 1982)
· Rambo IV (Rambo IV, EUA / Alemanha, 2008)
· Rawhead Rex (Monster – A Ressurreição do Mal / Rawhead Rex, Inglaterra, 1987)
· Rei Arthur (King Arthur, 2004)
· Reino de Fogo (Reign of Fire, 2002)
· Relíquia, A (The Relic, 1997)
· Replicante (Replicant, 2001)
· Resident Evil – O Hóspede Maldito (Resident Evil, 2002)
· Resident Evil 2: Apocalipse (Resident Evil: Apocalypse, 2004)
· Resident Evil 3: A Extinção (Resident Evil: Extinction, França / Austrália / Alemanha / Inglaterra / EUA, 2007)
· Retorno da Múmia, O (The Mummy Returns, 2001)
· Retorno dos Mortos-Vivos, O (The Return of the Evil Dead, Espanha, 1973)
· Retorno dos Vermes Malditos, O (Mongolian Death Worm, EUA, 2010)
· Retratos de Uma Obsessão (One Hour Photo, 2002)
· Retrograde (Retrograde, 2004)
· Revista Cine Monstro
· Revolta dos Zumbis, A (Revolt of the Zombies, 1936)
· Rios Vermelhos (Les Rivières Pourpres, França, 2000)
· Rios Vermelhos 2: Anjos do Apocalipse (Les Rivières Pourpres 2 – Les Anges de L’Apocalypse , França, 2004)
· Ripper: O Mensageiro do Inferno (Ripper: Letter From Hell, 2001)
· Ritos Satânicos de Drácula, Os (The Satanic Rites of Dracula, Inglaterra, 1973)
· Robocop – O Policial do Futuro (Robocop, 1987)
· Robur, o Conquistador do Mundo (Master of the World, 1961)
· Roger Corman – O Rei dos Filmes “B”
· Rollerball (Rollerball, 2002)
· Rollerball – Os Gladiadores do Futuro (Rollerball, 1975)
· Romântico Defensor (Albuquerque, EUA, 1948)
· Rota da Morte (Dead End, Estados Unidos / França, 2003)
· Roubando Vidas (Taking Lives, Estados Unidos / Canadá, 2004)

S (33)
· Sacrifício, O (The Wicker Man, Estados Unidos / Alemanha, 2006)
· Sam´s Lake (Sam´s Lake, Canadá / EUA / Coréia do Sul, 2005)
· Sangue no Sarcófago da Múmia (Blood From the Mummy’s Tomb, Inglaterra, 1971)
· Sasquatch – O Abominável (The Untold / Sasquatch, Canadá, 2002)
· Scooby-Doo (Scooby-Doo, 2002)
· Scooby-Doo 2: Monstros à Solta (Sccoby-Doo 2: Monsters Unleashed, 2004)
· Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, O (The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Nova Zelândia / Estados Unidos, 2001) (Artigo da Trilogia) + Senhor dos Anéis: As Duas Torres, O (The Lord of the Rings: The Two Towers, Nova Zelândia / Estados Unidos, 2002) (Artigo da Trilogia) + Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (The Lord of the Rings: The Return of the King, Nova Zelândia / Estados Unidos, 2003) (Artigo da Trilogia)
· Sentinela dos Malditos, A (The Sentinel, 1977)
· Seres Rastejantes (Slither, Canadá / Estados Unidos, 2006)
· Serpente, A (The Reptile, Inglaterra, 1966)
· Sete Dias Para Viver (Seven Days to Live, Estados Unidos / Alemanha / República Tcheca, 2000)
· Sétima Vítima, A (Darkness, Estados Unidos / Espanha, 2002)
· Sexta-Feira 13 – O Legado (Friday the 13th – The Legacy / Friday´s Curse, 1987/88) – série de TV
· Sexta-Feira 13 (Friday the 13th, 2009)
· Sexto Dia, O (The 6th Day, 2000)
· SharkMan (SharkMan / Hammerhead: Shark Frenzy, 2005)
· Shrek (Shrek, 2001)
· Silk – O Primeiro Espírito Capturado (Silk / Guisi, Taiwan, 2006)
· Sinais (Signs, 2002)
· Sodom – Um dos Precursores do Thrash Metal
· Soldado do Futuro, O (Soldier, 1998)
· Som do Trovão, O (A Sound of Thunder, Estados Unidos / Alemanha / República Tcheca, 2005)
· Soma de Todos os Medos, A (The Sum of All Fears, 2002)
· Sombras do Terror / Terror no Castelo (The Terror, 1963)
· Sótão, O (The Attic, 2008)
· Sozinho no Escuro (Alone in the Dark, 1982)
· Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones (Star Wars: Episode II – Attack of the Clones, 2002)
· Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith, 2005)
· Star Wars: The Clone Wars (2008)
· Stephen King – O Mestre do Horror Moderno
· Stigmata (Stigmata, 1999)
· Strange Girls (Strange Girls, 2008)
· Super 8 (Super 8, EUA, 2011)
· Suspiria (Suspiria, Itália, 1977)

T (28)
· Tarântula (Tarantula, EUA, 1955)
· Teatro da Morte / Sete Máscaras da Morte, As (Theatre of Blood, Inglaterra, 1973)
· Teenage Zombies (EUA, 1959)
· Terminal, O (The Terminal, 2004)
· Terra dos Mortos (Land of the Dead, 2005)
· Terra Rasa (Shallow Ground, 2004)
· Terra Tranquila (The Quiet Earth, Nova Zelândia, 1985)
· Terrível Dr. Orloff, O (The Awful Dr. Orloff, Espanha / França, 1962)
· The 8th Plague (The 8th Plague, 2006)
· Todo Mundo em Pânico 2 (Scary Movie 2, 2001)
· Todo Mundo em Pânico 3 (Scary Movie 3, 2003)
· Todo Mundo em Pánico 4 (Scary Movie 4, 2006)
· Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead, Inglaterra, 2004)
· Transformers: A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen, 2009)
· Trash, Náusea Total (Bad Taste, Nova Zelândia, 1987)
· Trauma (Trauma, Estados Unidos / Itália, 1993)
· Trem da Morte (Dead Rail / Alien Express, 2005)
· 3 Cortes (São Paulo/SP – Brasil) – DVD com curtas metragens: “Sozinho” (Cromossomo3, 2003) / “Coleção de Humanos Mortos” (Black Vomit, 2005) / “06 Tiros, 60 ml” (Cinema de Trincheira, 2005)
· 13 Fantasmas (13 Ghosts, 2001)
· Trilha de Sangue (Blood Trails, Alemanha, 2006)
· Trilogia do Terror (Body Bags, 1993)
· 30 Dias de Noite (30 Days of Night, EUA, 2007)
· Tróia (Troy, 2004)
· Tropas Estelares (Starship Troopers, 1997)
· Túmulo do Vampiro, O (Grave of the Vampire, 1974)
· Túmulo Vazio, O (The Body Snatcher, 1945)
· Túnel do Horror, O (Night Shift Collection, 1983 / 87 / 95)
· Turistas (Turistas, 2006)

U (8)
· Última Profecia, A (The Mothman Prophecies, 2002)
· Última Viagem, A (Lost Voyage, 2001)
· Último Exorcismo, O (The Last Exorcism, EUA / França, 2010)
· Um Grito Embaixo D’Água (The Pool, Alemanha, 2001)
· 1408 (1408, 2007)
· Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness, EUA, 1992)
· Uma Noite no Museu (Night at the Museum, 2006)
· Uma Overdose de Ficção Científica Bagaceira – análise de 12 filmes: “O Invasor Galáctico” (The Galaxy Invader, Estados Unidos, 1985), “Eles Vieram do Espaço Exterior” (They Came From Beyond Space, Inglaterra, 1967), “O Planeta Fantasma” (The Phantom Planet, Estados Unidos, 1961), “Batalha no Espaço Estelar” (War of the Planets / Battaglie Negli Spazi Stellari, Itália, 1977), “Um Mundo Desconhecido” (Unknown World, Estados Unidos, 1951), “O Fantástico Homem Transparente” (The Amazing Transparent Man, Estados Unidos, 1960), “O Alerta do Espaço” (Warning From Space / Uchujin Tokyo Ni Arawaru, Japão, 1956), “Gammera – O Monstro Invencível” (Gammera the Invincible, Estados Unidos, 1966), “A Batalha dos Monstros” (Attack of the Monsters / Gamera tai daiakuju Giron, Japão, 1969), “Destruam Toda a Terra” (Destroy All Planets / Gamera tai uchu kaijû Bairasu, Japão, 1968), “A Primeira Espaçonave em Vênus” (First Spaceship on Venus / Der Schweigende Stern, Alemanha / Polônia, 1960), “O Monstro de Vênus” (Zontar, the Thing From Venus, Estados Unidos, 1966)

V (28)
· Vampiro da Era Atômica, O (Atom Age Vampire, Itália, 1960)
· Vampiros do Deserto (The Forsaken, 2001)
· Van Helsing – O Caçador de Monstros (Van Helsing, Estados Unidos / República Tcheca, 2004) · Vanilla Sky (Vanilla Sky, 2001)
· Várias Faces de Christopher Lee, As (The Many Faces of Christopher Lee, Inglaterra, 1996) – documentário
· Velozes e Mortais (Highwaymen, Canadá, 2003)
· Veio do Espaço (It Came From Outer Space, 1953)
· Venom (Venom, 2005)
· Viagem ao Centro da Terra – O Filme (Journey to the Center of the Earth, 2008)
· Viagem ao Fundo do Mar (Voyage to the Bottom of the Sea, 1961)
· Viagem ao Fundo do Mar: O Ataque da Aranha Monstruosa (Voyage to the Bottom of the Sea, 1964/68, The Monster’s Web) – série de TV
· Viagem ao Fundo do Mar: O Monstruoso Homem Peixe (Voyage to the Bottom of the Sea, 1964/68, The Menfish) – série de TV
· Viagem Fantástica (Fantastic Voyage, 1966)
· Viagem Maldita (The Hills Have Eyes, 2006)
· Videodrome – A Síndrome do Vídeo (Videodrome, Canadá / Estados Unidos, 1982)
· Vidocq – O Mito (Vidocq, França, 2001)
· Vila, A (The Village, 2004)
· Vincent Price
· Vingança de Frankenstein, A (The Revenge of Frankenstein, Inglaterra, 1958)
· Vingança de Um Pistoleiro, A (Ride in the Whirlwind, EUA, 1965)
· Violação de Conduta (Basic, 2003)
· Vírus (Carriers, 2009)
. Visão, A / Visões (The Sight, 2000)
· Visitante de Inverno, O (Visitante de Invierno / Winter Visitor, Espanha / Argentina, 2008)
· Visões (The Eye 2 / Gin Gwai, Hong Kong / Tailândia, 2004)
· Viy – O Espírito do Mal (Viy or Spirit of Evil, Rússia, 1967)
· Volta dos Mortos-Vivos, A: Necrópolis (Return of the Living Dead: Necrópolis, 2005)
· Vôo Noturno (Red eye, 2005)

W (2)
· Werewolf – A Noite do Lobo (Werewolf, 1996)
· Wolf Creek – Viagem ao Inferno (Wolf Creek, Austrália, 2005)

Z (1)
· Zombies (Zombies / Wicked Little Things, 2006)

Comentários de Cinema - Parte 26

Filmes abordados:

Dracano (Dracano / Dragon Apocalypse, EUA / Canadá, 2013)
Incrível Homem Que Encolheu, O (The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957, PB)
Monstro de Mil Olhos, O (Return of the Fly, EUA, 1959, PB)
Mosca da Cabeça Branca, A (The Fly, EUA, 1958)

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* Dracano (2013)
“Dracano” ou “Dragon Apocalypse” é mais um daqueles típicos filmes ruins exibidos no canal de TV a cabo “SyFy”, com um roteiro péssimo, elenco inexpressivo e efeitos especiais em CGI vagabundo, que são as características principais do que costumo chamar de “cinema fantástico bagaceiro do século XXI”.
Na história, um casal de cientistas, Simon Lowell (Corin Nemec) e a namorada Carla Simms (Victoria Pratt), trabalham juntos numa faculdade com um projeto intitulado “Kronos”, estudando as atividades de vulcões com uma tecnologia experimental instalada no Monte Baker, no Estado americano de Washington. Entre os objetivos estão a detecção prévia de erupções, minimizando a ação de desastres, e a conversão da lava vulcânica em energia limpa. Ainda tem a adolescente Heather Lowell (Mia Faith), filha do cientista, que está sempre acompanhando o trabalho do pai. Porém, um acidente faz com que a faculdade cancele o apoio e os cientistas tornam-se alvos de perseguição, tentando provar que o projeto não tem responsabilidade numa erupção que dizimou muitas pessoas. Em paralelo, ficamos sabendo que os vulcões escondem por séculos casulos em seu interior que abrigam criaturas aladas carnívoras, um fato que já é de conhecimento do governo americano há muito tempo e que tem sido mantido oculto da população, numa típica conspiração, por não saberem como combater a ameaça. Depois que uma infestação de dragões invade os céus em busca de alimento, com os humanos no cardápio, o exército, com as ações lideradas pelo austero General Hodges (Troy Evans), auxiliado pelo Coronel Maxwell (Robert Newman), localiza o cientista Lowell para tentarem utilizar seus conhecimentos como especialista em vulcanologia e o projeto “Kronos” e impedir o apocalipse dos dragões.
  O mais importante em qualquer filme é contar uma boa história. Se o roteiro for interessante, a diversão já é garantida, e o restante, como efeitos especiais e a produção em geral, tornam-se apenas complementos de importância menor. Mas, se a história é ruim, cheia de clichês e absurdos, é muito difícil criar uma empatia, por menor que seja, com o filme.
Em “Dracano”, dirigido por Kevin O´Neill (cujo currículo é maior na área de efeitos especiais), a história é patética, com personagens fúteis, piadas ridículas, monstros artificiais em péssima computação gráfica que não convence, e um desfecho previsível e extremamente banal. Tem o cientista injustiçado que salva o mundo, a adolescente acéfala que torcemos inutilmente para virar comida dos monstros, e os militares calculistas metidos a heróis e que acham que a solução é destruir o inimigo com violência não se importando em explodir a ameaça com uma bomba nuclear.
A única pergunta que fica é como os produtores e toda a equipe envolvida, de técnicos aos atores, conseguem encontrar um mínimo de motivação para fazerem um filme tão descartável e que cujo lugar é o inevitável limbo eterno das produções esquecidas. 
(RR – 15/03/16)

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* Incrível Homem Que Encolheu, O (1957)
Produção da “Universal” de 1957 com fotografia em preto e branco, “O Incrível Homem Que Encolheu” tem direção de Jack Arnold e história de Richard Matheson, dois especialistas no gênero fantástico. Arnold (1916 / 1992) tem no currículo preciosidades como “Veio do Espaço” (1953), “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), “A Revanche do Monstro” (1955), “Tarântula!” (1955), “Mensagem do Planeta Desconhecido” (1958) e “O Monstro Sanguinário” (1958). E o escritor Matheson (1926 / 2013) escreveu vários episódios da série de TV “Além da Imaginação” e roteiros de filmes produzidos por Roger Corman e inspirados em Edgar Allan Poe como “O Solar Maldito” (1960), “O Poço e o Pêndulo” (1961), “Muralhas do Pavor” (1962) e “O Corvo” (1963). Também escreveu os roteiros de “Farsa Trágica” (1964), “As Bodas de Satã” (1968), da “Hammer” e “Encurralado” (1971), de Steven Spielberg, e parte de seus livros foram adaptados para o cinema em filmes como “Mortos Que Matam” (1964) e “A Casa da Noite Eterna” (1973).

“Minha prisão. Uma área perigosa e solitária no espaço e no tempo. Pensei que assim como o homem tinha dominado o seu mundo, eu dominaria o meu.” – Scott Carey, analisando o porão de sua casa.

Scott Carey (Grant Williams) está passeando com sua esposa Louise (Randy Stuart) num barco no mar, descansando e tomando um banho de sol. Porém, uma misteriosa nuvem radioativa surge no caminho e apenas ele entra em contato com a estranha neblina. Passados alguns meses e depois que ele também entra em contato aleatório com uma névoa de inseticida, percebe que suas roupas estão ficando folgadas no corpo. Analisando melhor o mistério, descobre que está incrivelmente encolhendo e exames médicos indicaram uma reorganização da estrutura molecular das células de seu corpo, provocada pela exposição à radiação misturada com o inseticida. Com o encolhimento crescente e desenfreado de seus órgãos, Scott Carey tornou-se vítima da imprensa sensacionalista e se isolou do convívio social. Diminuiu tanto de tamanho que passou a morar numa casa de bonecas, lutando por sua vida contra a ameaça de seu gato de estimação. Com o encolhimento progressivo e depois de um acidente num confronto com o imenso gato, ele cai no porão e mora numa caixa de fósforos. Na nova condição repleta de perigos e dificuldades para a sobrevivência, ele terá que lutar o tempo todo por sua vida, encolhendo sem parar, enfrentando desde uma inundação com um vazamento de água de um cano até a batalha mortal com uma aranha enorme que vive no porão e quer manter seu domínio no local.

“Meu inimigo parecia imortal. Mais que uma aranha, ele representava todos os medos desconhecidos do mundo. Todos eles, juntos num medonho horror negro.” – Scott Carey, sobre a guerra contra a aranha colossal.

“O Incrível Homem Que Encolheu” é uma pérola do cinema fantástico dos anos 50 do século passado, geralmente considerado pelos apreciadores do gênero como um dos mais importantes filmes de todos os tempos. Ambientado numa época onde a guerra fria entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética pela supremacia do mundo, gerava um clima desconfortável de constante instabilidade e medo de um apocalipse nuclear, com a especulação dos efeitos destrutivos do uso indevido da radiação. A espetacular história mantém o interesse contínuo fazendo o espectador torcer pelo sucesso do protagonista, entendendo seu drama incomum e criando uma empatia por sua grave situação de homem encolhido que luta pela vida num ambiente onde tudo se transforma em perigoso e potencialmente mortal. Sem contar o imenso esforço psicológico para suportar a nova condição e não enlouquecer ou entrar num estado de depressão sem volta, perante o completo cenário pessimista ao seu redor. É difícil até imaginar como seriam nossas ações se tivéssemos que enfrentar uma situação similar, num mundo novo de desafios e perigos, onde o ápice do caos está no confronto com uma aranha que se transformou num monstro gigante pela perspectiva do homem encolhido.
Apesar de uma produção de baixo orçamento, os efeitos especiais são excelentes, principalmente pela época e pelos recursos disponíveis, num período sem a facilidade e artificialidade da computação gráfica, utilizando a construção de mobílias e objetos gigantes para simular a condição diminutiva do personagem. Além de efeitos eficientes de trucagem em cenas como a perseguição do gato de estimação, que de dócil tornou-se um monstro carnívoro ameaçador.
O desfecho, carregado de comentários filosóficos do protagonista, refletindo sobre questões existenciais, é memorável e se destaca na história do cinema de Ficção Científica, ao lado de outros marcantes como “O Homem dos Olhos de Raio-X” (1963) e “O Planeta dos Macacos” (1968).

“Mas, de repente entendi que eram dois extremos de um mesmo conceito. O incrivelmente pequeno e o vasto acabaram se encontrando, como se um grande círculo se fechasse. Olhei para o céu como se de algum modo pudesse compreender, o céu, o universo, os mundos infinitos, a tapeçaria prateada de Deus que cobre a noite. Eu ainda existo.” – Scott Carey, refletindo sobre sua nova condição como “o incrível homem que encolheu”, e que continua encolhendo de forma infinitesimal.

Curiosamente, o escritor Richard Matheson criou uma história para possível sequência onde Louise Carey, a esposa do homem encolhido, também teria que enfrentar o mesmo drama, porém o projeto foi cancelado pelos produtores. E um erro atribuído ao filme é que a aranha utilizada é uma tarântula, porém esses aracnídeos não vivem em teias como mostrado, e sim em tocas e buracos.
(RR – 19/02/16)

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* Monstro de Mil Olhos, O (1959)
O sucesso de “A Mosca da Cabeça Branca” (The Fly, 1958) inevitavelmente despertou a atenção dos produtores para o lançamento de uma continuação. Então, no ano seguinte, só que com fotografia em preto e branco para reduzir os custos, foi lançado “O Monstro de Mil Olhos”, escrito e dirigido por Edward L. Bernds (1905 / 2000), um cineasta mais conhecido por seus filmes de comédia, mas que dirigiu algumas preciosidades do cinema fantástico bagaceiro como “Vinte Milhões de Léguas a Marte” (1956), “Rebelião dos Planetas” (1958) e “Valley of the Dragons” (1961).
Após quinze anos da experiência com teletransporte do “cientista louco” do filme original, cujos resultados catastróficos transformaram-no num monstro misto de homem e mosca, seu filho Philippe Delambre (Brett Halsey) tenta seguir os passos do pai., depois da morte da mãe, deprimida com a tragédia do passado. Ele convence com muito custo o tio François (Vincent Price) para patrocinar a aquisição de novos equipamentos para montar um novo laboratório e retomar o projeto de desintegração e reintegração de matéria, transmitindo estruturas moleculares e explorando terras selvagens do conhecimento científico. Ele tem um parceiro, Alan Hinds (David Frankham), que possui interesses obscuros ao fazer parte do projeto, roubando as ideias com o intuito de vendê-las para magnatas da indústria eletrônica. Ele é aliado de Max Barthold (Dan Seymour), um criminoso interceptador de objetos roubados. Num confronto entre eles, o jovem cientista Philippe torna-se vítima do mesmo acidente que ocorreu com seu pai. Virando um monstro com cabeça, braço esquerdo e perna direita de mosca, fugindo desorientado do laboratório e despertando a atenção da polícia, através das investigações do Inspetor Beecham (John Sutton), que já tinha enfrentado situação similar ao auxiliar o Inspetor Charas no filme anterior.  
Essa continuação é uma produção com orçamento bem modesto e duração curta, com apenas 77 minutos. Foi claramente lançada numa jogada oportunista dos produtores para tentar lucrar com a boa receptividade do filme original. Tanto que a história é muito similar, contando apenas com o acréscimo de outros personagens coadjuvantes e o fato do “homem transformado em monstro” sair do laboratório e percorrer as ruas em busca de vingança, com algumas mortes dos oponentes que causaram sua tragédia. Os efeitos são extremamente bagaceiros, principalmente a representação de um porquinho da índia com mãos humanas, depois que o bicho se misturou com um policial que investigava os crimes de Alan Hinds, e foi colocado na máquina de teletransporte, se transformando numa criatura bizarra com as patas do animal. Mas em compensação, o cientista com uma cabeça enorme de mosca ficou mais interessante que no filme original, onde a cabeça de mosca do cientista transformado era bem menor e menos assustadora. Outro detalhe desabonador é o desfecho comum e previsível, com resultados improváveis. 
A questão é que “O Monstro de Mil Olhos” é na verdade apenas mais um filme bagaceiro de horror com elementos de ficção científica, igual a centenas de outros com características parecidas. E o diferencial que o tornou mais conhecido é apenas o fato de ser uma continuação do clássico “A Mosca da Cabeça Branca”, além também por ter o privilégio da presença de Vincent Price no elenco. Se não fosse por isso, provavelmente o filme se perderia na imensidão de produções similares.  
“O Monstro de Mil Olhos” foi seguido por “A Maldição da Mosca” (1965), que concluiu a trilogia. Depois, em 1986, a história de George Langelaan foi novamente adaptada para o cinema em “A Mosca”, de David Cronenberg, apostando em cenas sangrentas, que por sua vez inspirou a sequência “A Mosca II” (1989), de Chris Wallas.
(RR – 28/02/16)

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* Mosca da Cabeça Branca, A (1958)
“A Mosca” é um conto de Ficção Científica com elementos de Horror escrito pelo francês George Langelaan e publicado na edição de Junho de 1957 da revista americana “Playboy”. No ano seguinte, a ótima história com grande potencial para o cinema, transformou-se no filme “A Mosca da Cabeça Branca” (The Fly), produzido e dirigido pelo alemão Kurt Neumann (1908 / 1958), de “Da Terra à Lua” (1950) e “Kronos, o Monstro do Espaço” (1957). No elenco, temos o ícone Vincent Price num papel coadjuvante, e David Hedison como o protagonista, ele que esteve em “O Mundo Perdido” (1960) e seu rosto é mais conhecido pelo papel do Capitão Lee Crane da série de TV “Viagem ao Fundo do Mar” (1964 / 1968).

“Quanto mais eu sei, mais eu tenho certeza que sei tão pouco. O eterno paradoxo.” – frase do “cientista louco” Andre Delambre num momento de reflexão sobre seus avanços científicos 

A história é ambientada na cidade canadense de Montreal, onde o cientista Andre Delambre (David Hedison) faz experiências com teletransporte de matéria. Casado com a bela Helene (a canadense Patricia Owens) e pai do pequeno Phillipe (Charles Herbert), ele também é sócio de seu irmão François (Vincent Price) numa bem sucedida empresa de eletrônica. Obcecado por seu trabalho na pesquisa científica para o bem da humanidade, ele não mede esforços para conseguir seus objetivos. Fazendo testes de desintegração de objetos e cobaias vivas (sua gata de estimação e um porquinho da índia) numa cabine especial, com seus átomos viajando na velocidade da luz pelo tempo e espaço até se reintegrarem novamente em outro local. Porém, após a ocorrência de um acidente onde ele próprio decidiu ser a cobaia da experiência, seu corpo misturou-se ao de uma mosca intrusa na câmara de teletransporte. Como resultado desastroso, o cientista transformou-se num monstro onde sua cabeça e braço esquerdo eram de uma mosca, e o inseto fugiu com cabeça e braço humanos. Para tentar reverter o processo, ele pede para sua esposa e filho tentarem capturar a “mosca da cabeça branca”, antes que ele pudesse perder a sanidade e o resto de sua humanidade pela influência da mosca em seu corpo. Paralelamente, a polícia, sob a liderança do Inspetor Charas (o inglês Herbert Marshall), investiga os mistérios e eventos sinistros envolvendo o cientista e seu trabalho pioneiro de teletransporte.

O filme é um clássico dos saudosos anos 50 do século passado abordando as temáticas de “cientista louco” e “homem transformado em monstro”. Faz parte de um período fértil com centenas de filmes divertidos do cinema fantástico, muitos deles produzidos com orçamentos baixos e roteiros exagerados na fantasia, com características bagaceiras que justamente despertam o interesse dos apreciadores do estilo. O laboratório do “cientista louco” possui todos aqueles aparelhos sofisticados da época, repletos de luzes piscando, botões e mostradores analógicos, num período turbulento onde a humanidade convivia com a paranoia nuclear da guerra fria, com a preocupação e medo da destruição do planeta e das consequências de atos equivocados com o avanço da tecnologia, dos aparelhos eletrônicos, foguetes, satélites espaciais e vôos supersônicos.

Foi criada uma franquia dentro desse interessante universo ficcional, inicialmente com uma trilogia composta pelo original de 1958 e outras duas sequências com fotografia em preto e branco, “O Monstro de Mil Olhos” (Return of the Fly, 1959), e “A Maldição da Mosca” (Curse of the Fly, 1965). Cerca de vinte anos depois, o cineasta David Cronenberg retomou o assunto e lançou a refilmagem “A Mosca” (The Fly, 1986), com horror gráfico e mortes sangrentas em ótimos efeitos especiais, e que foi seguido por “A Mosca II” (The Fly II, 1989), de qualidade bem inferior. “A Mosca da Cabeça Branca” foi lançado em DVD no Brasil pela “Fox”, com a opção de exibição do filme com a dublagem em português da época em que foi exibido na televisão. Na parte de materiais extras, temos apenas os trailers sem legendas do próprio filme e também da refilmagem de 1986, sua continuação de 1989, e do clássico de FC “Viagem Fantástica” (Fantastic Voyage, 1966).
(RR – 22/02/16)

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Comentários de Cinema - Parte 25

Filmes abordados:

Carnossauro (Carnosaur, EUA, 1993) + Carnossauro 2 (Carnosaur 2, EUA, 1995) + Criaturas do Terror (Carnosaur 3: Primal Species, EUA, 1996)
Doce Aroma da Morte, O (The Sweet Scent of Death, Inglaterra, 1984)
Drácula, o Perfil do Diabo (Dracula Has Risen From the Grave, Inglaterra, 1968)
Era dos Dinossauros, A (Age of Dinosaurs, EUA, 2013)
Maldição da Múmia, A (The Curse of the Mummy´s Tomb, Inglaterra, 1964)
Mulheres Pré-Históricas (Slave Girls / Prehistoric Women, Inglaterra, 1967)
Presentes (Offerings, EUA, 1989)
Tatuagem – A Marca do Diabo (Mark of the Devil, Inglaterra, 1984)
Tempestade Solar (Exploding Sun, Canadá, 2013)
The Man and the Monster / El Hombre y el Monstruo (México, 1959, PB)
Vingança da Deusa, A (The Vengeance of She, Inglaterra, 1968)


* Carnossauro (1993)
 “A Terra não foi criada para nós. Ela foi feita para os dinossauros. Estava desenhada para suas dimensões. Os seres humanos são como formigas passeando pelos seus quartos.” – comentário da “cientista louca” Dra. Jane Tiptree
Aproveitando o lançamento em 1993 de “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros”, de Steven Spielberg, que gerou uma franquia milionária, o produtor e também diretor Roger Corman, com centenas de filmes no currículo, a maioria situados no gênero fantástico, aproveitou o momento favorável comercialmente e lançou o cultuado “Carnossauro”. O filme é uma tranqueira divertida de dinossauros que gerou outras duas continuações. Corman é conhecido como “O Rei dos Filmes B” por seu incrível talento em produzir filmes com orçamentos baixos e filmagens em tempos curtos, e sua carreira marcante teve início nos anos 1950, já tendo acumulado mais de 400 filmes no currículo, e também grande quantidade de créditos na função de diretor, tendo trabalhado com atores ícones do Horror como Vincent Price e Boris Karloff. É uma pena que seu último trabalho na direção foi em 1990 com “Frankenstein – O Monstro das Trevas” (Frankenstein Unbound). Mas, em compensação, como produtor Corman tem mais de 60 anos de contribuições para o cinema fantástico bagaceiro, com um legado eterno de filmes de qualidade duvidosa, mas a maioria com diversão garantida.
Em “Carnossauro”, dirigido por Adam Simon (de “Brain Dead”, 1990) e com sequências adicionais por Darren Moloney, temos uma história tosca ao extremo apresentando a “cientista louca” Dra. Jane Tiptree (Diane Ladd) liderando um projeto científico de engenharia genética com estudos de recombinação de DNA e manipulação de um vírus de frangos. Como resultados, temos dinossauros nascendo em ovos de galinha, crescendo numa velocidade extremamente rápida, e devorando as pessoas. Além da propagação de uma contaminação nas mulheres causando uma febre misteriosa e transformando-as em grávidas de dinossauros. Tudo faz parte de um plano maquiavélico da cientista para eliminar as mulheres e consequentemente a raça humana, dando lugar para os dinossauros pré-históricos povoarem novamente nosso planeta. Para tentar combatê-la, temos um vigia noturno, Doc Smith (Raphael Sbarge), que toma conta dos tratores de uma empresa que está destruindo a natureza, e uma ecologista hippie, Ann Thrush (Jennifer Runyon, atriz casada com um sobrinho de Corman), que defende o slogan “As grandes corporações estão matando nosso mundo”. E tem também um xerife durão, Fowler (Harrison Page), que tenta impedir a invasão dos dinossauros. 
Ao contrário da produtora picareta “The Asylum”, que copia ideias e faz filmes modernos extremamente ruins e exagerados nos efeitos de computação gráfica, o cultuado produtor Roger Corman sempre aproveitou argumentos e cenários usados para fazer filmes também ruins, mas divertidos. Principalmente pela precariedade dos recursos, sem a utilização dos efeitos artificiais de CGI, como exemplificado nos dinossauros toscos de “Carnossauro”, feitos por bonecos em miniatura com controle remoto e fantoches de mão, ou como no caso do tiranossauro, por um robô desajeitado com quase cinco metros de altura. Temos as sempre esperadas cenas de mortes violentas de dezenas de vítimas com o sangue jorrando, e pedaços de seus frágeis corpos destroçados pelas garras e dentes das feras, que vão de um imponente tiranossauro aos ágeis deinonicos (animais parecidos com velociraptores). É verdade que o roteiro é bem exagerado na fantasia, desde a ideia insana da cientista geneticista até a forma como ela coloca seu plano diabólico em ação, mas em compensação, a overdose de mortes sangrentas e o desfecho pessimista contribuem significativamente para o interesse pelo filme, que concluiu com um gancho para sequências inferiores que foram lançadas nos anos seguintes. 
Curiosamente, a veterana atriz Diane Ladd é mãe de Laura Dern, que no mesmo ano de 1993 atuava ao lado de Sam Neill, Jeff Goldblum e Richard Attenborough em “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros”. O experiente ator Clint Howard, com mais de 230 créditos no currículo, tem uma participação rápida com destaque para uma cena onde conta uma piada num bar antes de virar comida de dinossauro. A famosa cena do bebê alien rasgando o ventre de seu hospedeiro no clássico “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979) é também referenciada em cena similar no filme produzido por Corman.
Carnossauro 2 (1995)
“Carnossauro” impulsionou a realização de outros filmes ambientados em seu universo ficcional, nas mesmas mãos de Roger Corman como produtor. Em 1995 foi lançado “Carnossauro 2” (Carnosaur 2), com direção de Louis Morneau (de “Morcegos”, 1999 e “Lobisomem: A Besta Entre Nós”, 2012) e com o veterano ator John Savage, com mais de duas centenas filmes na carreira. Foi exibido na televisão na “Sessão das Dez” do SBT.
Na história, ocorre um acidente numa mina de urânio operada por militares, uma unidade secreta localizada no meio do deserto. Depois que os funcionários morrem misteriosamente, cortando as comunicações, o governo americano decide enviar um representante para averiguar, Major Tom McQuade (Cliff De Young). Ele é acompanhado por um grupo contratado de especialistas em missões especiais de resgate, liderado por Jack Reed (John Savage). A equipe é ainda formada por Ben Kahane (Don Stroud), Monk Brody (Rick Dean), a bela Sarah Rowlins (Arabella Holzbog), o expert em computação e piadista Ed Moses (Miguel A. Núñez Jr.) e a piloto de helicóptero Joanne Galloway (Neith Hunter). Ao entrar nas instalações militares, o grupo encontra um cenário de destruição com mortes violentas, e resgatam um sobrevivente em estado de choque, o adolescente Jesse Turner (Ryan Thomas Johnson). Mas, o pior ainda viria com a descoberta de que o local está infestado de dinossauros ávidos por suas frágeis carnes.
Em termos de roteiro, mesmo sendo um clichê colossal, podemos considerar que é melhor do que o filme original, cuja história básica é extremamente exagerada na fantasia. Mas, por outro lado, temos aqui a tão manjada ambientação claustrofóbica, onde um grupo de pessoas está encurralado num local isolado, sendo atacado por dinossauros carnívoros e tentando desesperadamente lutar por suas vidas. Esse argumento é um dos mais explorados no cinema de horror e ficção científica, com centenas de filmes similares, alternando apenas as pessoas, o local e a ameaça. Como sendo nitidamente uma produção de baixo orçamento, o ambiente interno é bem escuro para ajudar a camuflar a precariedade dos efeitos dos dinossauros, mas assim como no filme anterior, temos várias cenas de mortes sangrentas, com braço decepado, cabeça arrancada a dentadas e dilacerações diversas. Porém, os ataques dos monstros demoram e a carnificina inicia apenas depois de meia hora de filme (antes, as cenas de mortes são “off screen”).
“Carnossauro 2” é curto, com pouco mais de 80 minutos, e o desfecho é bem similar ao filme original, com um confronto inverossímil e exagerado entre o adolescente metido a herói Jesse, dirigindo uma grande empilhadeira, contra um tiranossauro, culminando com aqueles resultados já previsíveis. Curiosamente, e talvez como uma homenagem ao clássico da guerra do Vietnã “Apocalipse Now” (1979), de Francis Ford Coppola, quando o helicóptero do grupo de resgate chega à instalação militar, um dos membros da equipe faz questão de ouvir um trecho da música clássica “Cavalgada das Valquírias”, do alemão Richard Wagner. É uma referência para uma cena similar do filme de Coppola, onde um grupo de helicópteros ataca uma aldeia vietnamita ao som da mesma música.
Criaturas do Terror (1996)
Em 1996 veio o terceiro filme da franquia, que recebeu por aqui o manjado título sem criatividade “Criaturas do Terror” (Carnosaur 3: Primal Species), dirigido por Jonathan Winfrey. O pior é que ainda recebeu outro nome patético quando foi exibido na telinha na “Sessão Especial” da TV Record, “Carnossauro: O Monstro Destruidor”, apenas para confundir e dificultar ainda mais um trabalho de catalogação dos filmes que chegam no Brasil.
Um comboio do exército escoltando um caminhão misterioso é surpreendido numa emboscada por mercenários terroristas, que o roubam acreditando num carregamento valioso de urânio. Porém, eles descobrem que na verdade a carga trata-se de uma criação de répteis carnívoros que logo os transforma em alimento. São réplicas de dinossauros geneticamente construídos através de um projeto científico que buscava a cura de várias doenças, estudando sua estrutura de DNA regenerativa. Uma equipe especial de militares, liderada pelo Coronel Rance Higgins (Scott Valentine) e contando com soldados treinados como Sanders (Rodger Halston) e o piadista Polchek (Rick Dean, que curiosamente esteve também em “Carnossauro 2” como outro personagem), é convocada pelo General Pete Mercer (Anthony Peck) para investigar a ocorrência do roubo da carga secreta. Eles encontram corpos despedaçados e sangue espalhado para todos os lados e ficam sabendo através da cientista Dra. Hodges (Janet Gunn) sobre o projeto científico de criação de dinossauros e da necessidade de capturar as criaturas vivas. O grupo do Cel. Higgins une-se com uma equipe de fuzileiros navais para combater as feras, primeiramente num galpão e depois num navio, onde um tiranossauro rex imenso montou um ninho no porão de carga e está criando dúzias de ovos para reprodução.
O terceiro filme da franquia “Carnossauro” pode ser classificado simplesmente como “mais do mesmo”. Ou seja, roteiro similar aos anteriores, explorando o velho clichê formado por um grupo de soldados num ambiente fechado e com atmosfera de claustrofobia (galpão, depois navio), combatendo uma ameaça (dinossauros famintos por suas carnes). O filme tem até um desfecho novamente com gancho, mas a série parou por aí, até porque não tinha mais como contar uma história com um mínimo de interesse. Também temos os mesmos efeitos bagaceiros e fotografia escura para esconder a precariedade, e os mesmos personagens estereotipados como um líder militar metido a durão. E continuam as piadas banais e comentários absurdos de personagens que estão prestes a morrer de forma violenta, e ainda encontram humor nos últimos momentos de vida, não combinando com a postura esperada de soldados. Tudo isso até consegue divertir um pouco, principalmente para os apreciadores de cinema bagaceiro, mas no caso desse “Carnossauro 3” a repetição de clichês tornaram o filme mais cansativo, num último suspiro da franquia.  
Curiosamente, um dos policiais que chega ao local onde está o caminhão roubado pelos terroristas com a carga de dinossauros, encontra um cenário sangrento repleto de vítimas esquartejadas, e faz um comentário hilário: “Isto aqui está parecendo um pesadelo de sexta-feira 13”.
(RR – 17/02/16)

* Doce Aroma da Morte, O (1984) – Episódio 8 da série de TV “Hammer House of Mystery and Suspense”, produzida em 1984 pelo cultuado estúdio inglês “Hammer”, em parceria com a americana “Fox”, sendo por isso também conhecida como “Fox Mystery Theatre”. Foram apenas 13 episódios com duração aproximada de 70 minutos, que acabaram transformando-se em filmes independentes. No Brasil, foi exibida em nossas televisões com os títulos “Suspense” ou “Cine Suspense”. “O Doce Aroma da Morte” (The Sweet Scent of Death) tem direção do húngaro Peter Sasdy, cineasta conhecido da própria “Hammer”, assinando filmes como “O Sangue de Drácula” (1970) e “Condessa Drácula” (1971). No elenco, temos os experientes Dean Stockwell, com mais de 200 créditos na longa carreira e Shirley Knight, que não fica muito atrás, com uma infinidade de trabalhos no currículo. O diplomata americano Greg Denver (Dean Stockwell) se muda para a Inglaterra para assumir a embaixada em Londres. Muito atarefado, ele decide passar mais tempo com a esposa Ann Fairfax (Shirley Knight), uma advogada que deixou a profissão para acompanhar o marido. Eles se mudam para uma mansão rural, porém depois instalados na nova casa, fatos misteriosos começam a ocorrer e Ann sente que está sendo observada e atormentada por alguém à espreita. Levantando suspeitas sinistras de acontecimentos de seu passado nos Estados Unidos, onde ela defendeu no tribunal o suspeito pelo assassinato de uma jovem que ia se casar com Terry Marvin (Michael Gothard), que vive agora nos arredores da mansão como florista, especializado em rosas vermelhas (daí a relação com o título do filme). Outras personagens se envolvem no mistério como a estranha secretária de Greg, Paula (Toria Fuller), e a responsável pelas Relações Públicas do embaixador, a bela Suzy Kendrick (Carmen Du Sautoy), despertando a investigação policial a cargo da dupla de detetives formada pelo Sargento Wells (Robert Lang) e Constable Gray (Struan Rodger). É uma típica história de detetive, com seus elementos característicos, assassinatos, vinganças, clima de mistério, tensão e suspense, com investigação policial e as tradicionais reviravoltas, tudo funcionando até de forma eficiente, mas sem fugir muito do comum, faltando as sempre esperadas novidades ou mais ousadia no roteiro. É um episódio ligeiramente menor dessa interessante série da “Hammer”. (RR – 22/12/15)

* Drácula, o Perfil do Diabo (1968) – Terceiro filme da produtora inglesa “Hammer” com o famoso vampiro Drácula interpretado por Christopher Lee. Antes tivemos “O Vampiro da Noite” (Horror of Dracula, 1958) e “Drácula: Príncipe das Trevas” (Dracula: Prince of Darkness, 1966), e depois mais quatro filmes, “O Sangue de Drácula” (Taste the Blood of Dracula, 1970), “O Conde Drácula” (Scars of Dracula, 1970), “Drácula no Mundo da Mini Saia” (Dracula AD 1972, 1972) e “Os Ritos Satânicos de Drácula” (The Satanic Rites of Dracula, 1973). “Drácula, o Perfil do Diabo” tem direção de Freddie Francis e roteiro de Anthony Hinds, creditado como John Elder. A história se passa um ano após os eventos do filme anterior, com a chegada do monsenhor Ernst Muller (Rupert Davies) ao vilarejo próximo do castelo de Drácula. Vendo que os aldeões continuavam aterrorizados mesmo após a suposta destruição do vampiro, ele decide subir ao castelo no alto das montanhas para recitar em latim um ritual de exorcismo, deixando uma imensa cruz na porta da imponente e sombria construção de pedra. Ele é acompanhado pelo padre local (Ewan Hooper) e após um acidente com sua queda e um ferimento na cabeça, seu sangue ressuscita o cadáver de Drácula, preso nas águas congeladas próximas ao castelo. A criatura da noite ressurge e transforma o padre em seu servo, partindo para a vingança contra o monsenhor que lacrou a porta do castelo com a cruz. Chegando numa pequena cidade vizinha, ele espalha o horror fazendo vítimas como Zena (Barbara Ewing), a garçonete de um bar, e tem um interesse especial na jovem Maria. Ela é sobrinha do monsenhor e é interpretada pela bela Veronica Carlson, de filmes como “Frankenstein Tem Que Ser Destruído” (1969), “O Horror de Frankenstein” (1970) e “O Carniçal” (1975). Drácula tem que enfrentar uma batalha contra o namorado ateu da moça, Paul (Barry Andrews), que trabalha na pousada de Max (Michael Ripper, o recordista de papéis coadjuvantes na “Hammer”).  Se no filme anterior, “Drácula: O Príncipe das Trevas”, o vampiro não diz uma única palavra, por imposição de Christopher Lee, insatisfeito com o roteiro e receoso por alguma repercussão negativa do personagem, em “Drácula, o Perfil do Diabo”, o temível vampiro sugador de sangue tem até algumas falas, mas são poucas. Sempre rude e agindo com selvageria e violência, certamente seria mais interessante se Drácula tivesse uma participação maior. Suas expressões faciais continuam intimidadoras e seus olhos vermelhos de sangue traduzem o ódio e horror de forma avassaladora. Mas, o vampiro aparece pouco, no meio de uma história comum e previsível, onde sabemos sempre antecipadamente como será o desfecho num confronto final (similar em todos os filmes com o vampiro, nem sendo mais considerado um “spoiler”). Geralmente sabemos o destino dos personagens, e nesse filme as coisas não são diferentes, contando ainda com um acréscimo de moralismo religioso católico. Por outro lado, não faltam as esperadas cenas e elementos tão característicos do horror gótico que se transformaram na marca registrada da “Hammer”, motivo maior da existência de uma imensa legião de cultuadores eternos que o estúdio ganhou a partir de suas atividades iniciadas em meados dos anos 50 e permanecendo por mais duas décadas. Temos o castelo sombrio, as carruagens, os vilarejos em pânico com seus aldeões supersticiosos, as névoas sinistras, a floresta fantasmagórica e aquela atmosfera constantemente perturbadora de medo e insegurança. Curiosamente, o mesmo ritual de exorcismo recitado em latim que foi proferido pelo monsenhor para livrar o castelo de Dráculo do mal absoluto, foi também reproduzido na introdução de uma música da banda de metal extremo “Marduk” (Suécia). Trata-se da faixa “Accuser / Opposer”, do álbum “Rom 5:12” (2007). No “Youtube” tem vários vídeos dessa música, segue dois deles: https://www.youtube.com/watch?v=6_eMI6HM4kY e https://www.youtube.com/watch?v=rGPhzzN11fo (sendo este um show na Alemanha em 2008). (RR – 30/12/15)

* Era dos Dinossauros, A (2013) – A produtora americana “The Asylum”, especializada em cinema fantástico bagaceiro, com o apoio do canal de TV a cabo “SyFy” na exibição, é a responsável por outra tranqueira colossal envolvendo dinossauros recriados por biotecnologia, que invadem a cidade de Los Angeles se alimentando de carne humana. “A Era dos Dinossauros” (Age of Dinosaurs) tem direção de Joseph J. Lawson, o mesmo cineasta de “Nazistas no Centro da Terra” (2012), e nome mais associado como técnico em efeitos visuais em dezenas de outras porcarias. O filme também tem a presença dos veteranos atores Ronny Cox, de “Robocop, o Policial do Futuro” (1987), e Treat Williams, de “Tentáculos” (1998). “Geneti-Sharp” é uma empresa de biotecnologia que conseguiu sucesso com a pesquisa de regeneração de tecidos, ajudando muitas pessoas queimadas a recuperarem a pele. Seu presidente, Justin (Ronny Cox), decidiu então conquistar objetivos mais audaciosos e patrocinou um projeto científico liderado pelo inescrupuloso Doug (Jose Rosete) e o veterinário Dr. Craig Carson (Joshua Michael Allen), para trazer de volta à vida vários tipos de dinossauros, através de amostras do DNA. Porém, ocorre um acidente com o sistema de segurança no teatro onde os animais eram apresentados ao público, e todo o prédio transforma-se num ambiente de desespero, com as pessoas lutando por suas vidas para não serem alimento dos dinossauros. Em meio à confusão, um bombeiro em folga, Gabe Jacobs (Treat Williams), que só precisa de um machado para resolver os problemas, se perde de sua filha adolescente, Jade (Jillian Rose Reed), que parece um zumbi que não larga o telefone celular, enquanto o prédio é cercado pela polícia para tentar inutilmente impedir a invasão dos monstros pré-históricos pela cidade em busca do sangue e carne de suas vítimas. Como sendo mais uma produção da picareta “The Asylum”, é plenamente possível sabermos com antecedência que “A Era dos Dinossauros” tem todos os elementos tradicionais de seus filmes ruins. O maior problema, como sempre, é o roteiro patético, e nesse caso tendo como foco um imenso clichê, ou seja, “alguém metido a herói que no meio do caos precisa encontrar e proteger um familiar do perigo mortal de uma ameaça monstruosa”. E essa história banal está acompanhada de efeitos especiais vagabundos, os eternos “CGI” que tornam tudo muito artificial, exagerado e inverossímil. E, claro, também não vai faltar o manjado desfecho previsível, dessa vez envolvendo o bombeiro herói, sua filha, um helicóptero e um pteranodonte, no meio do famoso letreiro gigante de “Hollywood”. Enquanto os dinossauros estão dentro do prédio da empresa de biotecnologia, percorrendo os andares e colecionando vítimas, até existe uma razoável atmosfera de claustrofobia, com as pessoas desesperadas lutando por suas vidas, que mesmo já vista em centenas de filmes similares, ainda funciona, auxiliada por cenas de mortes sangrentas. Enquanto os dinossauros estão dentro do prédio da empresa de biotecnologia, percorrendo os andares e colecionando vítimas, até existe uma razoável atmosfera de claustrofobia, com as pessoas desesperadas lutando por suas vidas, que mesmo já vista em centenas de filmes similares, ainda funciona, auxiliada por cenas de mortes sangrentas. Mas, depois que os bichos carnívoros escapam para as ruas de Los Angeles, perseguindo carros, derrubando helicópteros, destruindo construções de concreto e comendo as pessoas, o filme se perde totalmente tornando-se exagerado e ridículo, características registradas da produtora “The Asylum”, não passando de apenas mais um produto descartável destinado ao esquecimento rápido. (RR – 01/02/16)

* Maldição da Múmia, A (1964) – A contribuição do estúdio inglês “Hammer” para o universo ficcional das múmias do antigo Egito é composta por quatro filmes. São eles: “A Múmia” (The Mummy, 1959), de Terence Fisher e com Christopher Lee e Peter Cushing, “A Maldição da Múmia” (The Curse of the Mummy’s Tomb, 1964), de Michael Carreras, “A Mortalha da Múmia / O Sarcófago Maldito” (The Mummy’s Shroud, 1967), de John Gilling e com André Morell, e “Sangue no Sarcófago da Múmia” (Blood From the Mummy’s Tomb, 1971), de Seth Holt e Michael Carreras, e com Andrew Keir. No segundo filme da série, a história é ambientada no Egito de 1900, onde um grupo de arqueólogos europeus encontra a tumba de 3000 anos do príncipe Ra-Antef, um dos filhos gêmeos do faraó Ramsés VIII, após uma exaustiva jornada de dezoito meses pelo deserto. A equipe é formada pelos egiptólogos ingleses Sir Giles Dalrymple (Jack Gwillim) e John Bray (Ronald Howard), além da bela francesa Annette Dubois (Jeanne Roland) e do empresário americano da área de entretenimento Alexander King (Fred Clark), o financiador da expedição. A múmia preservada em seu sarcófago, e todos os tesouros, pertences pessoais e artefatos valiosos, foram levados para Londres para serem apresentados à imprensa. E depois seguiriam para os Estados Unidos com o objetivo de serem expostos num evento itinerante, mesmo contra a vontade do governo egípcio, representado por Hashmi Bey (George Pastell), que não queria que a múmia saísse de seu país de origem. Durante o trajeto por navio até a Inglaterra, os arqueólogos conhecem outro estudioso e colecionador de objetos do antigo Egito, o misterioso Adam Beauchamp (Terence Morgan), que desperta um interesse amoroso em Annette. Após chegarem a Londres, tem início uma ocorrência de fatos estranhos, como o desaparecimento da múmia em seu sarcófago seguido de uma série de ataques violentos com mortes envolvendo a equipe e todos que testemunharam a abertura da tumba, desencadeando “a maldição da múmia” (do título). De todos os quatro filmes de múmias da “Hammer”, certamente o melhor disparado é o clássico “A Múmia” (1959), dirigido pelo especialista Terence Fisher (o melhor cineasta do estúdio) e estrelado pela dupla dinâmica Christopher Lee (como o monstro) e Peter Cushing (como o arqueólogo rival). Como esse trio não fez parte dos outros três filmes, a qualidade e interesse inevitavelmente diminuíram. Mas, apesar disso, “A Maldição da Múmia” é um filme da cultuada produtora (curto, com apenas 78 minutos) e está situado dentro da temática de um dos grandes monstros sagrados do cinema de horror. E esses já são motivos suficientes para agregar valores ao filme e despertar o interesse dos fãs. Michael Carreras fez de tudo aqui, dirigiu, escreveu o roteiro sob o pseudônimo de Henry Younger e produziu o filme. Porém, é uma pena comprovar que ele é mais talentoso apenas como produtor de muitos filmes divertidos da “Hammer”, e seu trabalho principalmente como roteirista, é bem inferior. A história desse filme é apenas trivial, exagerada nos clichês e com uma “surpresa” envolvendo o personagem Adam Beauchamp que teve um efeito contrário (na verdade, a tal surpresa é até previsível e exagerada na fantasia). O que realmente vale destacar nesse segundo filme da série de múmias da “Hammer”, é o mesmo que acontece com os outros dois seguintes: as cenas de ataque do monstro envolto em bandagens (interpretado por Dickie Owen) contra os profanadores de sua tumba, e as eventuais mortes violentas. Curiosamente, o eterno ator coadjuvante Michael Ripper também aparece aqui, numa ponta rápida no início como o serviçal egípcio Achmed. Ele que é o campeão de participações em filmes da “Hammer”. (RR – 10/02/16)

* Mulheres Pré-Históricas (1967)O estúdio inglês “Hammer” tem uma importância extremamente significativa na história do cinema fantástico, principalmente com seus filmes de atmosfera gótica, uma marca registrada que tornou a produtora tão cultuada. Porém, vários outros temas também foram abordados, como o sub-gênero de civilizações perdidas no tempo, com histórias classificadas como aventura com elementos de fantasia. É o caso de “Mulheres Pré-Históricas”, filme de 1967 dirigido, escrito e produzido por Michael Carreras, e com um elenco enorme formado especialmente por belas mulheres vestidas com poucas roupas. David (Michael Latimer) é um guia de expedições de caça de animais selvagens, que encontra no meio da selva uma misteriosa tribo de nativos que querem matá-lo em nome de seu deus, uma imagem de um rinoceronte branco. Porém, em meio ao ritual de sacrifício, ocorre um evento onde ele é transportado para o passado encontrando uma civilização formada por mulheres de cabelos morenos e “pré-históricas” (do título original adotado nos Estados Unidos). Elas são lideradas pela rainha tirana Kari (Martine Beswick), que mantém as mulheres de cabelos loiros como serviçais “escravas” (do título original na Inglaterra). Os poucos homens são também escravizados e mantidos presos numa caverna. O jovem inglês recém chegado se apaixona por uma das mulheres loiras, Saria (a húngara Edina Ronay), e juntos eles tentam organizar uma revolta contra a tirania da rainha morena, libertando as loiras da escravidão e impedindo os constantes sacrifícios oferecidos para uma tribo violenta de homens negros que mantém a paz num acordo que exige as mulheres em troca. Ao contrário de alguns dos outros filmes da “Hammer” com temática de civilizações perdidas, nesse não há dinossauros ameaçadores caminhando pela Terra. Porém, encontramos clichês tradicionais com o roteiro apresentando uma rainha que governa sua tribo com tirania, despertando a fúria dos escravos, que desejam a liberdade. E como herói opositor, surge um homem vindo do futuro que desperta um interesse amoroso na rainha, mas que se apaixona por uma das escravas, se engajando numa luta para se livrarem da opressão. A história é simples demais e repleta de danças e cantorias entediantes, num inevitável convite ao sono. Por outro lado, o que realmente consegue manter a atenção do espectador é o desfile de belíssimas mulheres, tanto morenas quanto loiras, em trajes sumários, garantindo a diversão, juntamente com os elementos fantásticos como a viagem no tempo do protagonista, visitando e interferindo nas ações de um mundo do passado. Curiosamente, “Mulheres Pré-Históricas” foi filmado em apenas quatro semanas, utilizando os mesmos cenários e vestuários reaproveitados do filme anterior “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966), de Don Chaffey e com a belíssima Rachel Welch no elenco. (RR – 09/02/16)

* Presentes (1989)Exibido na televisão brasileira no cultuado “Cine Trash” da Band, “Presentes” (Offerings) tem direção, roteiro e produção de Christopher Reynolds. É um filme slasher de 1989 e extremamente datado, onde tudo, desde trilha sonora, figurinos, diálogos, atmosfera e história sobre um serial killer vingativo, nos remetem aos anos 80 do século passado. Após o abandono do pai, o menino John Radley (Josh Coffman) parou de falar, e passou a viver recluso com a mãe megera (Rayette Potts), sofrendo perseguições e bullyng dos vizinhos e colegas da mesma idade, exceto pela amiga Gretchen (Kerri Bechthold), que o defende das ofensas dos outros. Mas, um acidente num poço traria consequências trágicas para John, que ficou deformado e foi internado numa clínica psiquiátrica pelos próximos dez anos. Fugindo do hospício e agora adulto, John (Richard A. Buswell) usa uma máscara para ocultar as feridas de seu rosto, e retorna para o bairro onde viveu na infância à procura de vingança contra os antigos colegas que o insultavam, como Kacy (Elizabeth Greene) e Linda (Heather Scott), além de Jim Paxton (Jerry Brewer), David (Tobe Sexton) e Greg (Patrick H. Berry). Enquanto ocorrem muitas mortes violentas e misteriosas, além de pedaços de corpos serem oferecidos como presentes (daí o título), a polícia tenta desvendar os assassinatos com a investigação do Xerife Chism (G. Michael Smith). Completamente influenciado por “Halloween: A Noite do Terror” (1978), do psicopata mascarado Michael Myers, “Presentes” na verdade não oferece nada que não sejam os tradicionais e manjados clichês do subgênero “slasher”. Tudo é muito óbvio e previsível, e as cenas de mortes, apesar de sangrentas em alguns casos, também estão longe de permanecer na memória após alguns minutos do término do filme. Visto muitos anos depois, é lógico que desperta aquele sentimento de nostalgia da década de 1980, um período muito significativo para o cinema de horror, especialmente os filmes com psicopatas chacinando suas vítimas das mais diversas maneiras, com Jason Voorhees, Michael Myers e Freddy Krueger, entre outros, disputando um campeonato de empilhamento de cadáveres. Mas, além da nostalgia oitentista, sobra pouco de um filme apenas comum e que se perde na infinidade de produções similares. O diretor e roteirista Christopher Reynolds não seguiu a carreira, tendo um currículo pequeno, formado apenas por esse “Presentes” e o seguinte “Lethal Justice” (1991). (RR – 24/12/15)

* Tatuagem – A Marca do Diabo (1984) – Em 1984 a produtora inglesa “Hammer” lançou uma série para a televisão que recebeu o nome no Brasil de “Suspense” ou “Cine Suspense” (Hammer House of Mystery and Suspense), numa produção em parceria com a Fox (por isso também era conhecida como “Fox Mystery Theatre”). Foram 13 episódios com histórias independentes e duração de 70 minutos. O primeiro episódio foi “Tatuagem – A Marca do Diabo” (Mark of the Devil), dirigido por Val Guest (1911 / 2006), conhecido cineasta por assinar vários filmes importantes da “Hammer” como “Terror Que Mata” (1955), “Usina de Monstros” (1957), “O Monstro do Himalaia” (1957). E no elenco temos Dirk Benedict, que foi o homem transformado em monstro no divertido “O Homem-Cobra” (1973) e também seu rosto é conhecido e identificado pelos fãs da série de TV “Galactica: Astronave de Combate” (1978 / 1979), como o Tenente Starbuck. Frank Rowlett (Dirk Benedict) está apaixonado pela bela Sara Helston (Jenny Seagrove), que é filha de um rico empresário (John Paul) e que torna-se sua esposa. Mas, ele está envolvido em negócios obscuros, devendo dinheiro para o Sr. Westcott (Tom Adams), que o ameaça para receber o pagamento. Pressionado, ele tentar ganhar algum dinheiro num jogo de cartas e para conseguir entrar na partida de poker ele vende seu relógio (um presente de Sara) para um misterioso tatuador chinês, Hai Lee (Burt Kwouk), também conhecido por envolvimento com magia negra. Porém, Frank descobre que o chinês guarda muito dinheiro em sua casa e decide roubá-lo. Eles entram em confronto e Frank é ferido levemente no peito por uma adaga de tatuagem. O que ele não imaginaria é que a pequena mancha vermelha se transformaria numa enorme tatuagem que cobre seu corpo e cujos desenhos tornam-se reveladores, obrigando-o a evitar exposição com a esposa, se esconder e cometer assassinatos. Além de fugir também de uma investigação policial liderada pela dupla formada pelo Inspetor Grant (George Sewell) e Sargento Kirby (Peter Settelen). A história é simples e curta, mas mesmo com essas características, é bastante eficiente. Possui tudo aquilo que queremos ver num filme de suspense com elementos de horror: eventos sobrenaturais, magia negra, mistério, tensão, vingança, assassinatos, investigação policial e principalmente o pesadelo vivido pelo protagonista, que luta para se livrar de uma terrível maldição. Curiosamente, a cópia desse filme que tive acesso é uma gravação tosca em VHS convertido para DVD, de quando foi exibido na televisão no final doa anos 80 pela TV “Alterosa”, de Belo Horizonte/MG, afiliada do “SBT”. Rever “Tatuagem – A Marca do Diabo” com a dublagem original da época foi um exercício de pura nostalgia, em mais um presente que a “Hammer” deixou para seus cultuadores. (RR – 19/12/15)

* Tempestade Solar (2013)O canal de TV a cabo “SyFy” é conhecido pela exibição de filmes de ação com elementos de ficção científica e histórias de catástrofes globais abordando a destruição de nosso planeta. São tantos filmes similares com os mesmos clichês exaustivos, que dá pena da Terra sendo tão maltratada pelos roteiristas sem imaginação e preguiçosos em tentar desenvolver alguma ideia no mínimo razoável. Em “Tempestade Solar”, uma produção canadense dirigida pelo inexpressivo Michael Robison e roteiro patético de Jeff Schechter, que não tem nenhuma importância para o cinema fantástico, a única diferença para a imensidão de outros filmes ruins do mesmo estilo e temática, é que sua duração tem quase três horas, com a exibição dividida em dois filmes, dobrando o sofrimento do espectador. Depois que termina a péssima primeira parte ainda vem em seguida a continuação ainda pior. Apesar da duração enorme do filme, é plenamente possível resumir a sinopse em poucas linhas de tão ruim e sem interesse que é a história. Uma empresa privada está anunciando a primeira viagem espacial civil, com um avião projetado especialmente para dar a volta na Lua e retornar em poucas horas, graças à capacidade de viajar numa velocidade extremamente alta. Porém, um defeito ocorre com os motores após uma tempestade solar com explosão de raios cósmicos e a nave perde o controle rumando para uma colisão com o Sol. Após o trágico acidente, a Terra passa a ser terrivelmente ameaçada com uma imensa descarga de raios solares que se dirige ao planeta. Para evitar o apocalipse final, o destino do mundo fica nas mãos do cientista Craig Bakus (Anthony Lemke) e do astronauta Don Wincroft (David James Elliott), que partem rumo ao Sol numa nave similar da agência espacial americana, para tentar criar um evento que anule os efeitos destrutivos dos raios solares. A primeira parte é centrada na nave “Roebling Clipper” com seus seis passageiros, entre tripulação e civis, apresentando os personagens e mostrando a aventura do vôo espacial inaugural para a Lua. Perde-se tempo demais com personagens que não despertam interesse, com uma overdose de clichês e cenas carregadas de pieguice. Onde o ápice do tédio gira em torno de um triângulo amoroso entre os protagonistas que tentam salvar o mundo e a conselheira científica do presidente americano, Cheryl Wincroft (Natalie Brown), ex-esposa de um deles e atual mulher do rival. Na segunda parte de noventa minutos, a ação se volta, depois da tragédia da nave civil que se chocou com o Sol, para a tentativa banal de evitar o fim do mundo. Com a utilização de outra nave, pertencente à NASA e copiada e melhorada a partir da primeira, para reverter o processo da tempesatde solar que acabaria com a vida na Terra. É difícil dizer qual das duas partes é a pior. Imagine dois filmes péssimos que se complementam, com o roteirista inventando uma série de tramas paralelas para conseguir preencher o total de três horas do filme. São cenas envolvendo personagens secundários que só contribuem para o sono do espectador. Temos vários momentos descartáveis com o presidente americano Mathany (Frank Schorpion), sua filha adolescente Lara (Charlotte Legault) e a primeira dama Simone (Jane Wheeler), que era uma das passageiras da nave que foi para a Lua, contribuindo para promover a viagem. Temos também cenas tediosas com Joan Elias (Julia Ormond), a responsável de um acampamento humanitário no Afeganistão, esposa de Alan (John Mclaren), outro passageiro do primeiro vôo espacial civil. E a pior de todas as subtramas está reservada para uma pequena cidade americana onde vive Marta Hernandez (Cristina Rosato), esposa de outro passageiro, que ganhou a vaga numa loteria e tem medo de avião. Se eu fosse enumerar e descrever a imensa quantidade de erros, furos de roteiro, situações inverossímeis e cenas patéticas, provavelmente não conseguiria terminar esse texto. Então, prefiro parar por aqui e finalizar com um pequeno alerta de um apreciador de cinema fantástico bagaceiro: “Tempestade Solar” é um completo desperdício de um longo tempo de três horas que poderia ser melhor aproveitado com outros filmes ruins, mas que pelo menos divertem. (RR – 08/02/16)

* The Man and the Monster (1959) – Entre o final da década de 1950 e meados da seguinte, o cinema de horror gótico mundial recebeu a significativa e valiosa contribuição de muitos filmes mexicanos produzidos e estrelados por Abel Salazar (1917 / 1995), como “O Morcego” (The Vampire / El Vampiro, 1957), a sequência “O Ataúde do Vampiro” (The Vampire´s Coffin / El Ataúd del Vampiro, 1958), “Black Pit of Dr. M” (Misterios de Ultratumba, 1959), “The Brainiac” (El Barón del Terror, 1962), “The Living Head” (La Cabeza Viviente, 1963) e “A Maldição da Chorona” (The Curse of the Crying Woman / La Maldicion de la Llorona, 1963), entre outros. Em “The Man and the Monster” (El Hombre y el Monstruo), uma produção em preto e branco dirigida por Rafael Baledón a partir de roteiro de Alfredo Salazar, temos a história sinistra de um pianista, Samuel Magno (Enrique Rambal), que vive na pequena cidade mexicana de San José. Ele fez um pacto com o diabo para se tornar o melhor músico do mundo, satisfazendo sua ambição paranoica e eliminando a frustração de ser considerado sempre inferior em relação à rival, a pianista Alejandra (Martha Roth). Porém, como pagamento da dívida eterna, sempre que ele toca ao piano uma determinada partitura sobrenatural, se transforma fisicamente num monstro deformado e assassino violento, voltando ao normal apenas com a intervenção da mãe severa e rude, Cornelia (Ofelia Guilmáin). Transtornado pela maldição que carrega, o pianista frustrado enfrenta uma terrível luta interna para não ceder à tentação de tocar o instrumento, enquanto exerce a função de professor para outra jovem pianista, Laura (também interpretada por Martha Roth). Para complicar a situação, o jornalista Ricardo Souto (Abel Salazar) surge para fazer uma reportagem sobre a moça como promessa de sucesso, e descobre o mistério que envolve a ocorrência de assassinatos brutais e o segredo do pianista amaldiçoado, apesar das dificuldades em convencer a polícia local sobre a verdade, através do oficial encarregado das investigações (José Chávez). A caracterização do monstro é bem bagaceira, típica do cinema de baixo orçamento daquele período mágico do cinema fantástico. Mas, a diversão está garantida, entre outras coisas, justamente por esse trabalho tosco de maquiagem, onde o rosto e mãos deformados do pianista após a transformação lembram um lobisomem selvagem à procura de vítimas. Outros fatores que merecem destaque são a constante atmosfera de horror gótico num casarão sombrio e elementos do roteiro que nos remetem a uma mistura de “Fausto” com “O Médico e o Monstro”. Em “Faust” (1926), do alemão F. W. Murnau, temos a referência com oo acordo do músico com o diabo com consequências trágicas, e na clássica história “Dr. Jekyll and Mr. Hyde”, de Robert Louis Stevenson, que teve várias versões para o cinema como as de 1932 e 1941, temos a transformação do protagonista em monstro sempre após tocar uma partitura específica amaldiçoada. (RR – 25/01/16)

* Vingança da Deusa, A (1968)Em 1965 a produtora inglesa “Hammer” lançou a aventura com elementos de fantasia “A Deusa da Cidade Perdida” (She), com a dupla dinâmica Peter Cushing e Christopher Lee, e a estonteante Ursula Andress no papel título. Três anos depois, o cultuado estúdio retornou com o mesmo assunto lançando “A Vingança da Deusa”, dirigido por Cliff Owen (1919 / 1994), e sem os astros do filme anterior, tendo apenas o retorno de John Richardson e de André Morell, este em outro papel. Uma belíssima jovem escandinava, Carol (a Tcheca Olinka Berova), surge desorientada caminhando por uma estrada francesa, indo parar numa praia onde decide nadar até o iate de propriedade de George (Colin Blakely), casado com Sheila Carter (Jill Melford) e amigo do médico psiquiatra Philip (Edward Judd). A garota tem um comportamento estranho e misterioso e abandona o barco sem avisar, sendo ajudada em terra pelo sacerdote místico Kassim (André Morell). Mas, coisas sobrenaturais acontecem com as pessoas próximas à garota e ela desaparece num deserto no norte da África. Philip, que nutre um interesse amoroso por ela desde que a viu pela primeira vez, se une ao capitão do barco Harry (George Sewell), e juntos partem em sua procura. A jovem garota tem habilidades que ainda não sabe controlar, e que consistem no conhecimento e no uso de um profundo poder mental transformado por rituais e símbolos numa força real viva para o bem ou para o mal. Ela pode ser a reencarnação de uma rainha tirana chamada Ayesha (”aquela que deve ser obedecida”), e sente que está sendo atraída pelo controle mental do sacerdote Men-Hari (Derek Godfrey). Após se encontrar com Philip, eles caminham pelo deserto e chegam à cidade perdida de Kuma, governada pelo rei Killikrates (John Richardson), que conquistou a imortalidade num ritual mágico envolvendo um fogo sagrado. Agora, o apaixonado Philip terá o desafio de tentar impedir o destino de Ayesha reencarnada, e voltar com Carol para casa. O roteiro de “A Vingança da Deusa”, de autoria de Peter O´Donnell, tem elementos que o aproximam mais de uma refilmagem do que propriamente uma sequência. Trocando os papéis da rainha imortal Ayesha do primeiro filme com o rei imortal Kallikrates do segundo filme, sobram muitas situações similares entre ambos. Por ser um filme da “Hammer”, sempre desperta um interesse especial, mas é evidente que a falta da participação de Peter Cushing e Christopher Lee, e claro, da beleza e carisma de Ursula Andress, o segundo filme perdeu muito de sua força e potencial, tornando-se apenas comum e com história reciclada. (RR – 24/12/15)